TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Entretenimento

publicidade
ENTRETENIMENTO

Leilão de bens de Clodovil arrecada mais de R$ 370 mil

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Leilão de bens de Clodovil arrecada mais de R$ 370 mil
Autor - Foto: Paulo Toledo Piza/G1

Em um concorrido e tumultuado leilão que começou na noite de quinta-feira (12) e só terminou na madrugada desta sexta, os 156 lotes de bens do ex-deputado e estilista Clodovil Hernandes, morto há três anos, foram arrematados por dezenas de pessoas por mais de R$ 372.600. O valor é mais que o triplo do que a advogada Maria Hebe de Queiroz, uma das responsáveis por administrar os bens de Clodovil, esperava arrecadar.

“Estou feliz, foi bem mais do que os R$ 100 mil [previstos]. Mas ao mesmo tempo fico triste por desfazer dessas peças. O Clodovil era como um filho para mim”, afirmou a advogada, momentos após a última peça – um sapato – ter sido arrematada por R$ 300.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Realizado em uma casa especializada nos Jardins, região nobre de São Paulo, o que era para ser apenas um leilão parecia mais a inauguração de uma badalada casa noturna – tamanha era a quantidade de pessoas. Todos os cerca de 100 assentos foram rapidamente ocupados – e dezenas de outras pessoas se espremeram no pequeno salão para tentar acompanhar os lances.

Já no início, quando o sétimo lote iria ser vendido, um homem levantou os braços no meio da multidão e gritou que a transação não poderia ser feita. “Não pode ser vendido. Tenho um documento que prova isso”, disse o presidente da Fundação Clodovil Hernandes, Mauricio Petiz.

As peças a que ele se referia eram a escultura de uma cobra em bronze, que era usada como base de uma mesa, e dois sofás desenhados pelo estilista, com o brasão da República, que adornavam seu gabinete em Brasília. “São peças de exposição pública, para preservar sua memória”, justificou. A administração da casa decidiu, então, deixar essas peças fora do catálogo e, após o tumulto, seguiu com o leilão de outras peças.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O item mais cobiçado de todos foi uma gravata borboleta feita em ouro branco, cravejada com 1.097 diamantes. Diversos lances foram feitos, mas quem conseguiu o objeto foi o empresário e arquiteto Luis Pedro Scalise, de 44 anos. “Eu gostava muito do Clodovil e em uma conversa que tivemos nós comentamos sobre a gravata”, afirmou. “E eu adoro joias”, acrescentou, mostrando em um de seus dedos um anel de brilhantes.

Para levar para casa a peça, ele teve de desembolsar R$ 46 mil. “Para mim, comprar isso não é gastar, é ganhar dinheiro”, disse. Ele jura que irá usar a gravata já nos próximos meses.

Além da gravata, outros objetos se destacaram, como um relógio da marca Cartier dado de presente a Clodovil pelo apresentador Faustão – arrematado por R$ 6 mil -, um baú da marca Louis Vuitton cujo novo dono gastou R$ 23 mil para tê-lo e um piano de R$ 30,5 mil. A peça mais barata foi uma maca de massagem – arrematada por R$ 150.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dívidas

O objetivo do leilão é acabar com dívidas do espólio de Clodovil - entre elas, uma indenização de R$ 200 mil a ser paga para a senadora Marta Suplicy. Em 2004, ela processou o estilista por ofensas ditas em seu antigo programa de televisão.

Estilista consagrado, Clodovil foi também apresentador de TV e deputado federal. Como não teve herdeiros, todo o valor arrecadado vai ser usado para pagamento de dívidas - muitas delas com ex-funcionários -, que passam de R$ 300 mil, segundo a advogada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além do leilão, uma casa em Ubatuba, no litoral de São Paulo, está entre os bens de Clodovil que vão ser vendidos para quitar as dívidas do espólio do estilista. A previsão é que o imóvel seja vendido por R$ 560 mil, a um comprador que já acertou negócio. "A casa está praticamente vendida. A juíza autorizou, pediu para reservar uma parte do pagamento para taxas e agora falta expedir um alvará", disse a advogada Maria Hebe.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Entretenimento

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV