Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Volume gerido em 2021 pelas gestoras de patrimônio cresce e chega a R$ 321,6 mi

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O volume administrado pelas casas de gestão de patrimônio alcançou R$ 321,6 milhões em 2021, uma alta de 22,3% em relação a 2020 (R$ 220,5 milhões). O número de instrumentos de investimento - como fundos de investimento e carteiras administradas - também cresceu no período, passando de 25.912 para 29.684 (+14,6%). Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima).

Para Jan Karsten, diretor da Anbima, esse crescimento não foi uma surpresa, mas sim um "movimento natural" com novas famílias gerando patrimônio líquido e mais recursos chegando às mãos dos gestores de patrimônio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo os dados da Anbima, os fundos de investimento seguem com o maior volume financeiro, com R$ 228,6 bilhões no ano passado ante R$ 183,1 bilhões em 2020 (+24,9%). Já o avanço das carteiras administradas foi de 16,3% no período, de R$ 80 bilhões para R$ 93,1 bilhões.

Tipo de ativo

Todos os tipos de ativos apresentaram crescimento em 2021, mas o destaque fica com a renda fixa e os multimercados. A renda fixa passou de 37,6% para 40,2% do volume financeiro total de um ano para outro. Dentro desse segmento, os títulos públicos ganharam espaço, saindo de 7,8% para 9,9% do total. Em reais, o volume financeiro da renda fixa cresceu 30,7% (de R$ 99 bilhões para R$ 129,4 bilhões), com maior presença das cotas de fundos dessa classe (R$ 37,2 bilhões). O volume alocado em fundos multimercado também cresceu dois dígitos (+22,5%), passando de um total de R$ 63,6 bilhões para R$ 77,8 bilhões, mas a classe manteve a participação porcentual (24,2%) no total distribuído.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o diretor da Anbima, o que chamou atenção foram as ações. O volume financeiro da renda variável cresceu 2% em 2021, de R$ 71,9 bilhões para R$ 73,3 bilhões. "Se a gente imaginar que boa parte dos fundos de ações teve performance negativa, a evolução do patrimônio líquido foi bem, apesar de tudo", afirma Karsten. A classe, no entanto, diminuiu a participação no volume financeiro total administrado pelas gestoras de patrimônio, passando de 27,3% para 22,8%.

Outro destaque foi o "crescimento expressivo dos fundos estruturados", tanto em distribuição (de 8,3% para 10%) quanto em volume financeiro (+46,2%), segundo Karsten. "A busca pelos fundos de private equity e do setor imobiliário geraram certa atratividade, até pelo hedge proteção natural que eles apresentam contra a inflação", avalia o diretor da Anbima.

Distribuição pelo país

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A região Sudeste foi o destaque deste ano, com o maior volume financeiro (85,5% do total) e um crescimento de 24,4% (de R$ 221,6 bilhões em 2020 para R$ 275 milhões em 2021). Em seguida, vêm as regiões Sul, com alta de 11,2% no patrimônio líquido (R$ 29,4 bilhões), Centro-Oeste (+23%, com R$ 5 bilhões), Nordeste (+8,7%, com R$ 11,1 bilhões) e Norte (+55,6%, com R$ 1,1 bilhão).

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV