Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

USTR: Brasil fica no grupo de países com alíquota de 12,5% por não combater trabalho forçado

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Brasil está no grupo dos países que terão alíquota de 12,5%, após os Estados Unidos concluírem investigações relacionadas à falha de diversas economias em impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado.

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês)anunciou há pouco a imposição de uma tarifa de 10% ou 12,5% a 60 parceiros comerciais, sujeita a certas isenções de produtos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A tarifa será de 10% para as economias investigadas que impõem uma proibição à importação de produtos provenientes de trabalho forçado; se comprometeram a impor e fazer cumprir tal proibição por meio de um Acordo sobre Comércio Recíproco ou impuseram um regime parcial com o efeito de impedir a importação de certos produtos provenientes de trabalho forçado.

Essas economias são: Argentina, Bangladesh, Camboja, Canadá, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Índia, Indonésia, Jordânia, Malásia, México, Paquistão, Sri Lanka, Trinidad e Tobago e Reino Unido, diz o comunicado.

A tarifa será de 10% ou 12,5%, líquido da taxa da Nação Mais Favorecida (NMF), para certos produtos da União Europeia, Taiwan, Japão, Coreia e Suíça que não estejam isentos de outra forma, cita o comunicado divulgado nesta quinta-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"12,5% é a taxa apropriada da Seção 301 para todas as outras economias investigadas", diz o comunicado.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV