Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

'Temos muita confiança no Brasil', diz Ana Botín, do Grupo Santander

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A presidente do conselho do Grupo Santander, Ana Botín, disse nesta quarta-feira, 2, que confia no Brasil, mesmo diante dos atuais bloqueios de estradas em protesto contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência. "Com o que vimos, temos muita confiança no Brasil e em suas instituições", afirmou ela, que disse ainda que o setor privado do Brasil é muito forte, o que também traz confiança.

A executiva afirmou que ainda não é possível falar sobre as políticas fiscais que o governo do presidente eleito Lula adotará no ano que vem. "O novo governo ainda não está formado", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em coletiva de imprensa na sede do Grupo, em Madri, Botín comentou que, na frente monetária, pilotada pelo Banco Central, o País tomou a decisão correta ao antecipar o aperto dos juros. Graças a isso, destacou, é uma das poucas economias do mundo que acumulam deflação em três meses seguidos neste ano.

"Confiamos que o Brasil está à frente de outros países em um momento difícil", disse a executiva. Com o adiantamento dos juros, ela considera que o País está próximo a um ponto de inflexão neste sentido.

Botín disse também que o banco tradicionalmente trabalha com todos os governos dos países em que opera e que está feliz em continuar com esta visão diante das eleições brasileiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A executiva destacou que o Santander trabalhou com o próprio presidente eleito Lula, em sua passagem anterior pelo Palácio do Planalto, bem como com o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições.

Deflação

Para a executiva, o Brasil é o único no mundo que teve três meses consecutivos de deflação em 2022, apesar de estar agora no momento mais difícil do ciclo monetário. "Com a América Latina, somos sempre otimistas", afirmou. "O Brasil e o México devem crescer mais do que os Estados Unidos em 2023, com inflação menor do que a da Alemanha."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Botín disse que, quando lhe perguntam se o Brasil é o "país do futuro", costuma dizer que não: assim como outros países, vive ciclos econômicos com picos e vales. Ela destacou, entretanto, que milhões de pessoas ascenderam à classe média brasileira nos últimos 20 anos.

*O REPÓRTER VIAJOU A CONVITE DO SANTANDER BRASIL

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV