Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Temos funding suficiente para financiar os projetos do LRCAP Baterias, diz Nelson Barbosa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa, destacou nesta segunda-feira, 15, que o banco tem funding suficiente para financiar os projetos do LRCAP 2026 de baterias, embora a capacidade a ser contratada no certame ainda dependa de definições com o Ministério de Minas e Energia (MME). Ao falar com jornalistas na sede do banco, no Rio de Janeiro, Barbosa sustentou que a política de financiamento para as propostas que vencerem os leilões está sendo construída "com pé no chão" e que já atrai interesse de empresas estrangeiras.

"Temos R$ 27 bilhões no orçamento deste ano, que pode chegar a R$ 34 bilhões se o governo assim quiser e se o Congresso aprovar. Para o ano que vem, também haverá recursos", pontuou ao se referir a recursos disponíveis no Fundo Clima, que pratica taxa de 6,5% ao ano para recursos reembolsáveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O LRCAP de baterias de 2026 foi desenhado pelo MME em dois leilões, com certames previstos para ocorrerem nos dias 2 e 4 de dezembro. O primeiro, denominado LRCAP de 2026 - Armazenamento Nacional, será destinado a sistemas de armazenamento de energia em baterias que atendam aos requisitos mínimos de nacionalização. O segundo, LRCAP de 2026 - Armazenamento, será aberto a todos os projetos de sistemas de armazenamento em baterias.

Além dos recursos do Fundo Clima, o banco vai disponibilizar o BNDES Mais Inovação, voltado ao desenvolvimento de tecnologias.

"Temos visto empresas europeias e mesmo empresas chinesas, em função do conteúdo local, demonstrando interesse de vir para cá, porque estão querendo descentralizar a produção e desenvolver as tecnologias aqui. O Brasil, hoje, é uma bola da vez", pontuou o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior, José Luis Gordon.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Para quem quiser desenvolver tecnologia aqui, a linha do Mais Inovação é a nossa linha mais barata, que é a TR, em torno de 2% ao ano, mais os spreads", complementou.

Conteúdo local

O BNDES ainda não definiu qual será o porcentual mínimo de conteúdo local a ser cumprido pelos projetos que pretendam obter financiamento via Fundo Clima. Uma possibilidade é um porcentual mínimo de 15%. Segundo Barbosa, há diferentes formas de cumprir o conteúdo local.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O conteúdo local começa pequeno e vai crescendo. Tem maneiras de você cumprir esse conteúdo local com várias atividades. Uma mesma empresa pode cumprir internalizando diferentes atividades. O mercado vai resolver isso. Não precisa, por exemplo, produzir a célula de bateria imediatamente. Tem que montar a bateria aqui até 2028", exemplificou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV