Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Tebet: Teto de gastos foi 'absolutamente respeitado' na construção do novo PAC

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse que o teto de gastos do governo federal foi "absolutamente respeitado" na construção do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "O governo está muito focado no controle de gastos. O teto foi absolutamente respeitado à luz do novo arcabouço fiscal", disse Tebet. Ela falou em entrevista coletiva após a cerimônia de lançamento do Novo PAC no Rio de Janeiro. O programa prevê investimentos de R$ 1,7 trilhão, sendo R$ 1,4 trilhão até 2026. "Fomos chamados, como o Ministério do Orçamento, para participar do processo do PAC e nos perguntavam a todo momento qual era o teto do orçamento da União para o PAC que poderiam contar. Vamos lembrar que desses R$ 1,7 trilhão, grande parte está relacionada à Petrobras, naquilo que corresponde as suas ações e programas. Sobre essa outra parte, que são esses mais de R$ 360 bilhões. Pelo novo arcabouço, podemos entrar com R$ 60 bilhões por ano, o que dá R$ 240 bilhões até 2026." O PAC deve contar com R$ 371 bilhões, sendo R$ 240 bilhões até o fim do governo, segundo Tebet e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Eles explicaram que os R$ 130 bilhões adicionais se devem a a obras cuja execução vão além de 2026 e a gastos obrigatórios com Saúde e Educação que vêm na forma de investimentos. É o caso da compra de novos ônibus escolares, exemplo dado por Tebet. "A grande preocupação, diante de número tão grandioso (R$ 1,7 trilhão), é como fica a responsabilidade fiscal. Se estaremos ou não dentro dessa meta fiscal que, sim, é audaciosa, mas extremamente factível, de zerar o déficit primário já em 2024", disse Tebet, emendando resposta positiva.

Arcabouço Fiscal

Sobre a aprovação do novo Arcabouço Fiscal na Câmara dos Deputados, após eventual alteração no Senado, Tebet afirmou que isso depende, sim, de mais R$ 32 bilhões aprovados via emenda do Senado. Segundo ela, se a Câmara não aprovar a emenda, vai criar dificuldades para o próximo orçamento federal que, ainda assim, podem ser superadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV