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TCU diz que INSS terá um ano para reduzir inconsistências em cadastros de beneficiários

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O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou nesta quarta-feira, 25, o prazo de um ano para o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) implementar um plano de ação visando reduzir as pendências ou inconsistências nos cadastros dos beneficiários. O foco é reduzir erros no processo de análise automatizada do perfil das pessoas que estão solicitando aposentadorias, bem como daquelas já beneficiárias.

No mesmo prazo, o INSS deve adotar medidas para melhorar a comunicação eletrônica com os aposentados. Ou seja, comprovar se, de fato, os interessados receberam comunicações como e-mails. Isso deverá ser feito por meio de comprovantes de recebimento.

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A Corte de Contas apresentou nesta quarta-feira análise sobre falhas nas aposentadorias processadas por análise automática, com casos de aprovação mesmo com inconsistências nas informações cadastrais no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). A auditoria considera o ano de 2022.

"Pode-se inferir, com 90% de confiança, que 14.013 requerimentos, do total de 20.019, foram decididos automaticamente sem o tratamento de pendências no CNIS entre abril e junho de 2022", dizem os técnicos do TCU.

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