Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

SideWalk faz pedido de recuperação judicial

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A marca de roupas SideWalk apresentou pedido de recuperação judicial para fazer frente a dívidas estimadas em R$ 25,5 milhões. Segundo o grupo, a pandemia da covid-19, os altos preços dos aluguéis cobrados pelos shoppings e as mudanças climáticas foram os principais fatores que levaram à crise da rede, cujas maiores coleções são voltadas à moda de inverno.

O processo corre na 3.ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo (SP). O Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que o grupo tentou negociar com credores uma recuperação extrajudicial, mas que não foi possível chegar a um acordo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Conforme descrito na petição inicial, nos últimos 12 meses houve uma queda de 15% nas vendas da SideWalk, que "dependem das temperaturas frias". O aumento do consumo via marketplaces e o "alto custo de ocupação" dos shopping centers também impactaram negativamente a saúde da empresa, afirmou a marca nos autos.

Fundado em 1982, o grupo SideWalk é composto pelas companhias Canroo e Mult-Side. O processo de recuperação judicial envolve 21 unidades, além de outras 12 em fase de fechamento. A marca conta ainda com 20 franquias que não integram o processo.

À Justiça, o grupo pede a antecipação do chamado "stay period", ou seja, a antecipação da proteção contra credores até que o pedido de recuperação seja efetivamente aceito pelo juiz. Além disso, pede a manutenção dos serviços essenciais de internet, luz e telefonia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os fornecedores com quem a empresa tem débitos em aberto, o grupo cita Claro, Telefônica Brasil (dona da Vivo), America Net, Vogel, Terra, Telesp, Eletropaulo e Linx.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV