Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Setor imobiliário chinês está se recuperando de crise de dívida, diz vice do PBoC

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A vasta indústria imobiliária da China está se recuperando da crise deflagrada por controles mais rígidos de endividamento, afirmou um dos vice-presidentes do banco central chinês (PBoC), Pan Gongsheng, nesta sexta-feira, 3, após uma onda de calotes por incorporadoras tumultuar os mercados financeiros globais anos atrás.

Pan mencionou a Evergrande, a incorporadora chinesa mais endividada, mas não fez qualquer atualização sobre esforços supervisionados pelo governo para reestruturar 2,1 trilhões de yuans (US$ 305 bilhões) em dívidas bancárias e ligadas a emissões de bônus da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"A confiança do mercado está se recuperando. A atividade de transações no mercado imobiliário aumentou", disse Pan, em entrevista coletiva antes da reunião legislativa da China. "O ambiente de financiamento, em especial para empreendimentos de alta qualidade, melhorou significativamente."

Ele, no entanto, não deu qualquer indicação de que Pequim esteja planejando mudanças significativas em seus mecanismos de controle de dívida, conhecidos como "três linhas vermelhas".

O crescimento econômico da China perdeu força em meados de 2021, depois que reguladores, preocupados com níveis de endividamento perigosamente altos, impediram a Evergrande e outras incorporadoras muito endividadas de tomar mais empréstimos. A desaceleração também veio em meio a rígidas medidas impostas por Pequim para controlar a disseminação do coronavírus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Algumas incorporadoras entraram em colapso e outras deixaram de pagar bilhões de dólares em dívidas relacionadas a bônus comprados por investidores chineses e estrangeiros. A Evergrande alega ter 2,3 trilhões de yuans (US$ 330 bilhões) em ativos, mas tem mostrado dificuldades para convertê-los em recursos e honrar seus compromissos com credores.

Governos locais assumiram alguns projetos imobiliários inacabados para garantir que as famílias recebessem apartamentos pelos quais já haviam pagado.

No último trimestre de 2022, as vendas de bônus por incorporadoras cresceram 22% ante o mesmo período do ano anterior, a 120 bilhões de yuans (US$ 17,5 bilhões), segundo Pan. Ele disse ainda que empréstimos bancários para projetos imobiliários também aumentaram.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV