Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Sensor da indústria paulista cai a 48,4 pontos em setembro, diz Fiesp

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O sensor da indústria paulista recuou a 48,4 pontos em setembro, de 49,1 pontos em agosto - patamar inferior a 50 pontos, o que indica retração da atividade no mês. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira, 29, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em levantamento feito em parceria com o Centro da Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

O componente de vendas apresentou 50,8 pontos, nível acima de 50 pontos, ou seja, que indica alta das vendas no mês. Os estoques continuam acima do planejado pelo oitavo mês consecutivo, com 45 pontos, enquanto o indicador de emprego encerrou setembro a 48,5 pontos, indicando perspectiva de redução, assim como o de investimentos, a 48,3 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Conjuntura

De acordo com o levantamento de conjuntura das instituições referente ao mês de agosto, as vendas reais da indústria paulista recuaram 1,1% frente a julho, o primeiro resultado negativo após dois meses de crescimento - de 2,2% em junho e 2,0% em julho. Os destaques setoriais de retração no mês foram químicos (-13,4%), têxtil (-10,5%) e alimentos (-8,0%).

A variação de horas trabalhadas na produção recuou 0,2% e dos salários médios, 0,1%. O Nível de Utilização de Capacidade Instalada (Nuci) do passou de 79,8% em julho para 79,0% em agosto, em dados com ajuste sazonal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No acumulado em 12 meses até agosto, as vendas reais (-7,8%) indicam tendência de recuperação, após atingir o pico do vale em junho (-9,6%). Os salários reais médios acumulam retração de 1,3% até agosto. Já as horas trabalhadas na produção permaneceram acumuladas em alta de 1,4%, assim como julho.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV