Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Secretário da Fazenda vê conjuntura internacional complexa e incertezas se avolumando

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, disse nesta terça-feira, 21, que a conjuntura internacional "segue complexa", com incertezas se avolumando, em razão da continuidade de conflitos geopolíticos e das dúvidas acerca da trajetória de crescimento e de inflação das economias centrais. Apontou também que, embora o preço do petróleo tenha caído um pouco nas últimas semanas, os valores ainda estão sujeitos a incertezas.

Em coletiva sobre o novo boletim macrofiscal da SPE, Mello também destacou os efeitos dos Treasuries, que tiveram forte alta recentemente, mas que já começaram a cair nos últimos dias em razão dos dados de inflação dos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O cenário, na visão do secretário, aponta que há um aumento na probabilidade de os Estados Unidos conseguirem estabelecer um "pouso suave" na economia.

"Graças a dados de atividade que têm se mostrado resilientes, expectativas de crescimento para 2023 já superam 2% nos EUA. E tem o dado sobre excesso de poupança, que indicava inicialmente esgotamento de poupança, mas teve revisão recente mostrando que ainda há volume razoável, o que poderia justificar queda da atividade mais lenta e suave", explicou Mello, ressaltando também as chances de o país americano terminar o ano de 2024 com uma inflação mais próxima da meta.

Sobre a China, o secretário pontuou que as perspectivas de crescimento para 2023 melhoraram, ressaltando, contudo, que há riscos ligados a crise imobiliária registrada no gigante asiático. "Para 2023, perspectivas de crescimento melhoraram, provavelmente crescimento um pouco superior a 5% na China, com pequena desaceleração nesse ano e no próximo, mas são taxas robustas, próximas a 4,5%", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mello também indicou que, na zona do euro, a atividade segue bastante fraca, além de destacar que a América Latina tem sofrido o impacto desse ambiente externo mais adverso.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV