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'Se tem quem se incomode com o crescimento da China, não é o Brasil', diz Mercadante

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, enfatizou que o crescimento econômico da China não preocupa o Brasil.

"Se tem quem se incomode com o crescimento da China, não é o Brasil."

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Mercadante ainda enfatizou a importância do papel do Estado para o desenvolvimento de áreas estratégicas para o crescimento econômico. "Não há inovação sem o Estado. Só o mercado não resolve. Quando não há o Estado para correr risco, a inovação é inibida." As declarações foram dadas na abertura de um evento para discutir o futuro da energia limpa e a descarbonização da economia.

Mercadante celebrou ainda os resultados do edital do BNDES, em conjunto com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), para selecionar propostas para atração, implantação ou expansão de Centros de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PD&I) no Brasil, que recebeu 618 propostas que somam R$ 57,4 bilhões em investimentos.

No cenário internacional, os incentivos governamentais têm se mostrado fundamentais para atrair os centros de empresas multinacionais. Um dos casos destacados pelo BNDES é o da China e da Índia, que oferecem incentivos diretos voltados a setores estratégicos, como eletrônica e farmacêutica.

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Os centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) são instalações que compreendem laboratórios, plantas piloto, plantas de demonstração e outras instalações de uso exclusivo para atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. Suas atividades abrangem desde pesquisa básica e aplicada até o desenvolvimento de produtos, testes, validação, além de colaboração com universidades e instituições científicas.

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