Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Salto do minério e curva de Treasuries trazem alívio a dólar nos negócios da manhã

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar no mercado doméstico opera na manhã desta terça-feira, 9, alinhado à queda da curva de Treasuries e da divisa norte-americana no exterior. Ontem, o dólar à vista já encerrou em baixa, a R$ 5,0312, ajudado pelas commodities e ingressos de fluxo cambial.

Os ajustes locais são moderados em meio à agenda do dia sem indicadores relevantes e um compasso de espera pelos dados de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA em março e pela ata da reunião monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que saem amanhã e devem trazer pistas sobre o provável início de corte de juros e o tamanho total do ciclo de flexibilização nos EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O salto de 5,63% do minério de ferro em Dalian, na China, beneficia também a demanda por moedas consideradas mais arriscadas, como as emergentes, incluindo o real.

No mercado doméstico, os investidores monitoram o boletim Focus, que trouxe revisões nas expectativas para a inflação deste ano, de 3,75% para 3,76%, ante 3,77% há um mês. Para 2025, foco principal da política monetária, a projeção passou de 3,51% para 3,53%.

Para 2026, a projeção continuou em 3,50% pela 40ª semana consecutiva - seguindo a reancoragem apenas parcial destacada pelo BC após a manutenção da meta de inflação em 3,0% para este e os próximos anos. No horizonte mais longo, de 2027, a estimativa seguiu em 3,50%, como também está há 40 semanas. As estimativas do Relatório de Mercado Focus continuam acima do centro da meta para a inflação, de 3,00%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a taxa Selic, o mercado manteve a mediana em 9,00% no encerramento de 2024 pela 15ª semana consecutiva; e a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024 passou de 1,89% para 1,90%, ante 1,78% de um mês atrás.

O Copom cortou a Selic pela sexta vez consecutiva em 0,50 ponto porcentual, para 10,75% ao ano em março. O colegiado mudou a sinalização e indicou que o ritmo de corte de 0,50 ponto porcentual continua sendo o mais apropriado para a próxima reunião - no singular, e não no plural.

Mais cedo, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) recuou 0,25% na primeira prévia de abril, após queda mais intensa, de 0,54%, na mesma leitura em março. As informações foram divulgadas há pouco pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) registrou aceleração em seis das sete capitais pesquisadas entre o encerramento de março e a primeira quadrissemana de abril. No período, a variação do índice passou de 0,10% para 0,18%.

Às 9h26, o dólar à vista caía 0,19%, a R$ 5,0214. O dólar para maio cedia 0,10%, a R$ 5,0320.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV