Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Safra de soja será recorde, diz IBGE, que prevê recuo em algodão, arroz, milho, feijão e trigo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Brasil deve colher um novo volume recorde de soja em 2026, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de maio, divulgado nesta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a 2025, a colheita de soja deve crescer 5,1%, totalizando 174,6 milhões de toneladas.

"Os produtores têm ampliado as áreas de plantio e investido mais nessa cultura que se tornou o principal grão produzido pelo país. Atualmente, a produção da soja representa quase 50% da safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas. O clima também beneficiou o desenvolvimento das lavouras e contribuiu para o aumento de sua produtividade", justificou Carlos Barradas, técnico da Coordenação de Agropecuária do IBGE, em nota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A safra agrícola de 2026 deve totalizar um recorde de 350,4 milhões de toneladas, uma alta de 1,2% em relação a 2025. O resultado equivale a 4,3 milhões de toneladas a mais. Em relação ao levantamento de abril, a safra de 2026 será 0,5% maior, 1,7 milhão de toneladas a mais.

A colheita também alcançará novos picos históricos para o sorgo e o café canephora (robusta ou conilon).

O café, considerando as espécies arábica e canephora, tem produção estimada em 4 milhões de toneladas, crescimento de 16,0% em relação ao ano anterior. Para o arábica, a produção estimada foi de 2,7 milhões de toneladas, e para o café canephora, 1,3 milhão de toneladas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A estimativa da produção do sorgo alcançou 5,6 milhões de toneladas, aumento de 3,9% ante 2025.

Em contrapartida, há previsão de recuos na colheita de algodão (-8,1%), arroz (-11,4%), milho (-1,7%), trigo (-7,8%) e feijão (-5,8%). No milho, haverá crescimento de 15,8% para o milho 1ª safra, mas redução de 5,5% para o milho 2ª safra.

Segundo Barradas, a produção de feijão está "apertada" para atender ao consumo interno brasileiro do grão, sendo possível haver a necessidade de importação "de pequenas quantidades do produto".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV