Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Relator do Mover diz que vai retirar dispositivo sobre petróleo e gás do projeto

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O relator do projeto Mover no Senado, Rodrigo Cunha (Podemos-AL), afirmou que vai retirar do projeto o dispositivo que estabelece porcentuais mínimos de conteúdo local fixados em lei para as atividades de exploração, desenvolvimento e escoamento de petróleo e gás natural.

A declaração ocorreu em coletiva de imprensa nesta terça-feira, 4. A matéria já foi aprovada na Câmara dos Deputados e consta na pauta do plenário do Senado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Itens como a questão do petróleo e gás e do álcool serão suprimidos do texto apresentado e, necessariamente, deverão ir para a Câmara", declarou Cunha. "Essas alterações serão feitas, não devemos nos podar de fazer o nosso papel legislador."

Cunha acrescentou que decidiu retirar trechos que representam "corpo estranho" ao projeto, que, originalmente, instituiu um programa de incentivos a carros sustentáveis.

O senador afirmou que já conversou com os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia), Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio) e Fernando Haddad (Fazenda). O relator afirmou que não combinou a medida com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Sobre a questão do petróleo e gás, conversamos com o ministro de Minas e Energia e também com o ministro Geraldo Alckmin. Este é um ponto que atende o governo", disse. "Esse assunto não foi tratado, e deveria ter sido tratado, entre a Câmara e o Senado."

O senador também anunciou a retirada do artigo sobre a taxação de produtos importados. Segundo ele, o dispositivo "não tem nada a ver" com o projeto do Mover, e sua inclusão teria representado uma "artimanha legislativa".

A expectativa é de que, com as mudanças, o texto retorne à Câmara dos Deputados. "Nossa defesa é que o governo não taxe. Para ele taxar, esse assunto vai ter que ser inserido novamente pela Câmara dos Deputados", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV