TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Relator da PL dos Mineirais Críticos rejeita estatal e defende Estado regulador

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), relator do projeto que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, afirmou que optou por não incluir a criação de uma estatal para o setor mineral, apesar de propostas nesse sentido terem sido debatidas durante a elaboração do parecer.

Segundo ele, houve muitas opiniões em torno de iniciativas como a criação da chamada "Terrabras", proposta em projetos apresentados por parlamentares como Pedro Uczai e Professor Israel Batista, além de alternativas que previam o fortalecimento de estruturas públicas já existentes, como a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), em linha com proposta do deputado Arlindo Chinaglia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Fizemos esse debate. A consideração que fizemos foi que, em vez de uma empresa estatal que poderia ser operadora, deveríamos empoderar o poder público com instrumentos para orientar essa política", afirmou.

De acordo com o relator, o texto busca fortalecer o papel do Estado como formulador e indutor da política mineral, sem transformá-lo em agente direto de operação no setor. "É o Estado que deve ser provedor de instrumentos para alimentar essa política. Em vez de constituir estatal, defendo empoderar o poder público", disse.

Jardim acrescentou que a diretriz adotada privilegia um modelo em que o Estado atua de forma mais reguladora do que executora. "Em vez de Estado provedor, defendo um Estado mais regulador", afirmou, ao destacar que o objetivo é criar condições para atrair investimentos privados e organizar o desenvolvimento da cadeia de minerais críticos no país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Relatório com escuta da comunidade

Arnaldo Jardim disse ainda que a construção do seu relatório foi feito de forma "justa e equilibrada" com escuta de movimento sociais e comunidades de locais que seriam as mais afetadas pelas lavras.

O relator complementou que o texto incorpora diretrizes para garantir que os projetos minerais avancem com previsibilidade regulatória e respeito às populações afetadas, buscando conciliar a expansão da atividade com a mitigação de impactos sociais e ambientais nas regiões de exploração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A aprovação do requerimento de urgência do projeto se deu há 9 meses. Nosso parecer esteve em discussão com o governo. Por isso, acho que o projeto tem uma justa e equilibrada com o cuidado e desenvolvimento de comunidades locais e com o licenciamento ambiental. O licenciamento no Brasil é extremamente rigoroso e leva em consideração a soberania nacional e desenvolvimento da cadeia", afirmou durante apresentação do texto na Câmara dos Deputados.

O deputado destacou ainda que a política voltada aos minerais críticos e estratégicos tem potencial de impulsionar o desenvolvimento regional, ao estimular não apenas a extração, mas também o beneficiamento e a transformação industrial nas localidades onde os recursos estão concentrados.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV