Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Relator da PEC da autonomia financeira do BC apresenta parecer favorável à CCJ

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65, senador Plínio Valério (PSDB-AM) apresentou nesta quarta-feira, 5, à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) seu parecer favorável à proposta de autonomia orçamentária do Banco Central. O parecer à PEC de autoria do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) prevê alterações para aprimorar o texto e afastar algumas preocupações dos sindicatos, como a manutenção de estabilidade dos servidores e garantias dos aposentados e pensionistas com a mudança do regime jurídico atual da autarquia para empresa pública.

Mesmo sob as regras de CLT, fica vedada a demissão imotivada e mantidas regras de aposentadoria atuais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) na terça-feira, o texto impõe limite de gastos para a instituição. A autonomia orçamentária complementa a independência operacional do BC aprovada em 2021 em lei de autoria de Plínio Valério.

De acordo com a assessoria do senador, com a independência orçamentária, um dos pontos centrais para o presidente do BC, Roberto Campos Neto, é a recomposição salarial e a recontratação de técnicos que deixaram o banco em função dos baixos salários. A autonomia orçamentária e financeira da instituição seguirá sob supervisão do Senado Federal.

A política monetária a ser executada pelo BC continuará a cargo do Conselho Monetário Nacional (CMN), que também definirá as metas de inflação. A fiscalização contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial do Banco Central, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, com o auxílio do Tribunal de Contas da União, e pelo sistema de controle interno da instituição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A autonomia orçamentária e financeira do BCB, implica em importante consequência fiscal para o governo, com impacto para as metas de resultado primário, pois o BC não mais necessitará de transferências orçamentárias do governo e será autorizado a usar suas receitas para pagar suas próprias despesas", trouxe a nota do gabinete do senador. "Significará um alívio fiscal para o governo federal com impacto positivo no resultado primário."

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV