Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Relator cita regras diferentes entre exclusivos e offshore como 'principal questão'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Relator do PL dos Fundos, o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) reforçou na noite desta segunda-feira, 16, que a principal dúvida atual em torno do projeto está relacionada às diferenças de tributação entre os fundos offshore e exclusivos. Ele terá reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta terça-feira, 17, para tratar desta e de outras questões relativas à proposta.

Embora já tenha apresentado um parecer sobre o projeto da equipe econômica, Pedro Paulo ainda tenta aparar arestas no texto e conseguir consensos entre os setores da economia, o governo e parlamentares. Além das diferenças de tributação entre os fundos, o relator destacou que ainda busca solução para as regras envolvendo os Fiagros (Fundo de Investimentos do Agronegócio) e os FIIs (Fundo de Investimento Imobiliário).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Estou correndo aqui para estar com texto pronto, pelo menos as linhas dele estão definidas, mas tem questões, como a diferença de alíquota de onshore e offshore, tem a questão do FIIs e Fiagro", comentou Pedro Paulo.

Sobre as diferenças de tributação entre os fundos exclusivos e os offshore, o relator apontou que ainda não há acordo e que está debruçado sobre o tema, sinalizando que seu novo parecer pode apresentar ajustes nesse sentido. "Se aspira a que essas diferenças possam conduzir a uma repatriação desses recursos, mas será que isso vai acontecer?", questionou o deputado, que citou, entre as diferenças, o desconto relativo a atualização patrimonial.

"Tem reclamação, por exemplo, de desigualdade em relação ao tratamento de um tipo de fundo e outro. Tem discussão, por exemplo, de isonomia porque até mesmo a atualização patrimonial dos offshore é facultativa, dos exclusivos é obrigatória. O desconto para atualização das offshore é muito maior, de 27,5% - do que pagariam offshore pessoa física - para 6%, e nos fundos exclusivos é 15% para 6%", citou o deputado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sobre os Fiagros, Pedro Paulo disse que se reunirá ainda nesta noite com o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) para tratar do assunto. Segundo ele, a dúvida está voltada a exigência de esses fundos terem no mínimo 300 cotistas para ter a isenção tributária. Segundo o deputado, no novo texto, o esforço será por evitar o planejamento tributário sem comprometer os fundos menores.

"Estou tentando algum tipo de mudança para que não precise necessariamente também ficar mexendo em número de cotistas. O objetivo não é reduzir o planejamento tributário, a burla fiscal? Como pode fazer isso sem ficar definindo quantidade de cotistas? Porque se aumentar muito o número de cotistas, você diminui esses fundos que são menores que 300 cotistas e que estão se constituindo e cumprindo suas funções de financiamento para agroindústria, setor imobiliário", disse.

"E tem outras questões, por exemplo, o governo tem pedido para que possa fazer uma antecipação do pagamento da atualização patrimonial, colocar uma parcela para dezembro, depois outras quatro para o ano de 2024", reforçou o relator.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV