Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Reforma tributária não parece trazer simplificação, afirma presidente do Secovi-SP

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Rodrigo Luna, afirmou nesta segunda-feira, 26, que a proposta de reforma tributária em discussão no Congresso não vai proporcionar a simplificação na apuração de impostos pelas empresas, além de gerar elevação da carga tributária para o mercado imobiliário.

"Não se discute a importância da reforma, que deve ajudar a dar fim ao manicômio tributário do País. Mas esperava-se a simplificação e a racionalização dos tributos, e não parece que é isso que está sendo feito", declarou Luna, ao elencar os principais desafios para o setor na palestra de abertura da Convenção Secovi, principal evento do sindicato, com empresários e autoridades públicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo Luna, o texto atual em análise gera risco de elevação da carga tributária para alguns segmentos do mercado imobiliário. "O texto atual, em alguns casos, vai dobrar a carga para o setor, uma temeridade", disse. "Onde a indústria formal não chega, a informal chega e abre espaço para a criminalidade", alertou.

Entre outros desafios, o presidente do Secovi citou a escassez de mão de obra e os riscos de elevação dos custos da construção.

Pelo lado positivo, Luna elogiou as recentes mudanças na legislação urbanística da cidade de São Paulo, com a revisão do plano diretor e da lei de zoneamento, que permitiram ampliar o adensamento nas regiões centrais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele afirmou que, nos últimos 40 anos, a legislação acabou espalhando as pessoas pela cidade, mas essa lógica passou a ser revertida, com mais possibilidades de adensamento nas regiões centrais.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV