Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Reajuste de Auxílio será de 17,84%, inferior aos 20% anunciados pelo governo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Enquanto o governo enfrenta dificuldades para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos precatórios, medida necessária para viabilizar o pagamento de R$ 400 do Auxílio Brasil até o final de 2022, o Ministério da Cidadania informou que o reajuste linear (ou seja, sem contar parcelas majoradas temporariamente) do programa social em relação ao Bolsa Família será de 17,84%. O aumento é inferior aos 20% prometidos pelo governo ao anunciar o programa, no último dia 20.

Com a extinção do Bolsa Família, o novo benefício começa a ser pago no próximo dia 17 de novembro. O público foi ampliado de 14,6 milhões para cerca de 17 milhões de famílias e a fila de espera deve ser zerada até o final do ano, de acordo com o Ministério da Cidadania.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O reajuste de 17,84% corresponde ao valor permanente do Auxílio Brasil. Para além disso, o governo quer elevar o piso do programa, de forma temporária, para R$ 400 - e conta com a aprovação da PEC dos precatórios para colocar o plano em prática. O aumento teria validade até dezembro de 2022, ano em que o presidente Jair Bolsonaro buscará a reeleição.

A PEC em discussão no Congresso prorroga o prazo de pagamento de dívidas da União já transitadas em julgado e muda regras do teto de gastos, o que deve abrir espaço de R$ 91,6 bilhões no Orçamento de 2022, segundo estima o Ministério da Economia.

De acordo com a nota do Ministério da Cidadania, o benefício majorado começará a ser pago em dezembro, após o Congresso dar aval à PEC. No entanto, o texto ainda enfrenta resistências entre parlamentares e a votação na Câmara, antes prevista para a última quarta-feira, foi adiada para o próximo dia 3, após o feriado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O líder do governo na Casa, Ricardo Barros (PP-PR), garante que haverá quórum e votos para aprovar a medida na nova data. Já o ministro da Cidadania, João Roma, alertou nesta semana que a PEC precisa ser aprovada até, no máximo, a segunda semana de dezembro, sob pena de prejudicar a operacionalização dos pagamentos.

Neste sábado, Bolsonaro afirmou que o governo trabalha com um plano B para garantir o pagamento de R$ 400 do Auxílio Brasil em 2022 mesmo se a PEC dos precatórios for rejeitada. "Sou paraquedista, sempre tenho um paraquedas comigo, mas com muita responsabilidade", afirmou o chefe do Executivo em entrevista em frente à embaixada brasileira em Roma, onde participa da cúpula do G20.

A fala veio apenas um dia após o novo secretário de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, afirmar que o governo não tem uma carta na manga para além do texto em tramitação no Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) questionou o Ministério da Cidadania sobre o porquê do reajuste inferior ao anunciado anteriormente, mas não obteve retorno até o fechamento deste texto.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV