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Queda do petróleo e tensão no Irã trazem volatilidade ao dólar

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O dólar abriu em queda ante o real na manhã desta terça-feira, 10, mas inverteu o sinal e passou a subir. A correção vem após a moeda americana cair 1,52% no mercado à vista na segunda, 9, fechando a R$ 5,1641, menor valor desde 27 de fevereiro, acumulando desvalorização de 5,92% no ano. Os sinais do presidente dos EUA, Donald Trump, têm sido contraditórios sobre a ofensiva contra o Irã.

Com a agenda econômica esvaziada, os investidores mantêm o foco na queda do petróleo e nos desdobramentos da guerra dos EUA no Irã, após o presidente Donald Trump afirmar ontem que a ofensiva pode terminar em breve.

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Ao mesmo tempo, Trump ameaçou reagir com "20 vezes mais força" caso o Irã bloqueie o Estreito de Ormuz, enquanto a Guarda Revolucionária iraniana disse que Teerã decidirá quando a guerra terminará.

Mais cedo, o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou que nesta terça deverá ser o dia mais intenso de ataques contra o território iraniano.

Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos EUA, Donald Trump, não discutiram suspensão de restrições ao petróleo russo, segundo o Kremlin. O diálogo abordou Irã e Ucrânia, e Trump considerou a conversa positiva.

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O Produto Interno Bruto (PIB) da África do Sul cresceu 0,4% no 4º trimestre de 2025, após 0,5% no 3º trimestre, marcando o quinto avanço consecutivo. No ano, a economia avançou 1,1%, melhor resultado desde 2022 e acima de 0,8% em 2023 e 0,5% em 2024, segundo o Stats SA.

Na agenda do dia, o IGP-M desacelerou a queda na primeira prévia de março, recuando 0,19% ante -0,49% em fevereiro, segundo a FGV. Já o IPC-S acelerou em seis das sete capitais na primeira quadrissemana de março, subindo 0,04% ante -0,14% na última medição, informou a FGV.

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