Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Proporção de instituições financeiras que veem economia em contração cresce no 1º tri, diz BC

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A proporção de instituições financeiras (IFs) que veem a economia brasileira em contração dobrou entre o quarto trimestre de 2024 e o primeiro deste ano, passando de 28% para 56%. Os dados são da Pesquisa de Estabilidade Financeira (PEF), divulgada pelo Banco Central nesta quinta-feira, 27.

"A avaliação das IFs pesquisadas sobre os ciclos econômico e financeiro tem os seguintes destaques: piora na percepção do ciclo econômico, com preponderância de avaliação e economia em contração; e, em geral, piora na percepção sobre os ciclos financeiros", disse o BC, no relatório da PEF.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A razão das IFs que veem a economia em expansão caiu de 29% para 13% entre o quarto trimestre de 2024 e o primeiro trimestre de 2025. A proporção dos que veem o ciclo no seu pico oscilou de 19% para 18%, e a dos que veem a economia em recuperação caiu de 21% para 12%. As avaliações de recessão (1% para zero) e depressão (estável em 1%) praticamente não oscilaram.

Financeiro

Na avaliação das IFs sobre o ciclo financeiro, o principal destaque foi na mudança de percepção sobre o acesso a funding e meios de liquidez. A proporção dos que veem esse componente como "elevado e estável" despencou 16 pontos porcentuais, de 51% para 34%. Os que veem esse acesso como estável, mas com tendência de queda, passaram de 19% para 36%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outra mudança relevante aconteceu na percepção sobre o hiato de crédito ante o Produto Interno Bruto (PIB). A proporção das IFs que o veem elevado, mas com tendência de queda, cresceu 14 pontos porcentuais, de 21% para 35%. Essa variação reflete mudanças na percepção "baixo e com tendência de alta" (12% para 3%) e "elevado e estável" (37% para 31%).

Sobre a disposição para tomar riscos, cresceram as proporções de IFs que a veem como elevada e com tendência de queda (8% para 19%) e baixa e com tendência de queda (11% para 23%). A avaliação de "elevado e estável" caiu 8 pontos, de 15% para 4%; a de "baixo e com tendência de alta" despencou 14 pontos, de 25% para 11%.

Para 95% das instituições, o Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) vai e deveria manter o Adicional Contracíclico de Capital Principal (ACCPBrasil) em zero.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV