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Produção industrial recua em 19 das 25 atividades em novembro ante outubro, mostra IBGE

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A queda de 0,6% na produção industrial nacional em novembro ante outubro foi decorrente de perdas em 19 dos 25 ramos pesquisados no período. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As principais influências negativas partiram de veículos automotores (-11,5%, após ganho acumulado de 12,7% nos dois meses anteriores) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,5%, acumulando redução de 6,9% em dois meses seguidos de quedas na produção). Outras quedas relevantes ocorreram em produtos alimentícios (-1,2%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-8,5%), produtos químicos (-2,1%), celulose, papel e produtos de papel (-3,9%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-5,4%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-6,6%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,8%), produtos do fumo (-16,3%), bebidas (-2,7%) e móveis (-5,7%).

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Na direção oposta, entre as seis atividades com avanços, o principal impacto positivo foi de máquinas e equipamentos, com alta de 2,3%, acumulando um ganho de 5,8% em dois meses seguidos de crescimento.

Comparação com novembro de 2023

Segundo o IBGE, o avanço de 1,7% na indústria brasileira em novembro de 2024 ante novembro de 2023 foi resultado de uma expansão na produção de 18 dos 25 ramos investigados.

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"Vale citar que novembro de 2024 (19 dias) teve 1 dia útil a menos do que igual mês do ano anterior (20)", ressaltou o IBGE.

As principais influências partiram de veículos automotores (15,7%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (34,9%) e máquinas e equipamentos (14%). Houve altas relevantes também em metalurgia (7,8%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (15,3%), produtos de metal (7,6%), produtos químicos (2,4%), produtos de borracha e de material plástico (5%), vestuário e acessórios (7,3%), produtos de minerais não metálicos (6%), produtos diversos (11,8%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,9%).

Na direção oposta, entre as sete atividades com redução na produção, os maiores impactos negativos foram de indústrias extrativas (-4,4%), alimentícios (-4,3%) e derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,9%). Houve perda relevante também em bebidas (-8,4%).

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Difusão

O índice de difusão, que mostra a proporção de produtos com avanço na produção em relação ao mesmo mês do ano anterior, passou de 68,1% em outubro para 59,2% em novembro.

Pelo sexto mês consecutivo, houve uma maioria de produtos com crescimento na produção em relação a igual mês do ano anterior, observou André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE.

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