Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Produção de petróleo da União cai 1,5% em fevereiro, para 131,4 mil bpd, informa PPSA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A produção de petróleo da União em fevereiro caiu 1,5%, para 131,4 mil barris por dia (bpd), considerando os oito contratos de Partilha de Produção e os Acordos de Individualização da Produção (AIPs) das áreas não contratadas de Atapu, Mero e Tupi, informou hoje a Pré-sal Petróleo (PPSA), administradora dos contratos governamentais.

Segundo a PPSA, a queda se deve a um mecanismo contratual, previsto nos leilões dos volumes excedentes da cessão onerosa, que permite à empresa contratada recuperar, com parte da produção, diferenças de valores adicionais pagos à União, caso o valor do preço do Brent seja superior ao inicialmente estimado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O campo de Mero segue como o maior produtor de petróleo da União, respondendo por 64% do total. Somando todos os campos, a produção total dos contratos de Partilha de Produção foi de 1,19 milhão de bpd, resultado 4% maior do que o registrado em janeiro, em função da melhoria na eficiência operacional de Búzios, informou a PPSA. O campo é o maior produtor do regime de Partilha, com 517,76 mil bpd, seguido de Mero, com 429,2 mil bpd.

Desde 2017, início da série histórica, a produção acumulada em regime de Partilha de Produção ultrapassa 1,1 bilhão de barris, sendo Búzios o maior produtor. A parcela acumulada da União soma 70,16 milhões de barris.

Gás

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em fevereiro, a União também recebeu 246 mil de metros cúbicos por dia (m3/d) de gás natural, em cinco contratos de partilha e do Acordo de Individualização do campo de Tupi (Aip de Tupi). O resultado é 59% inferior ao de janeiro , devido a paradas da exportação em Búzios, e também à redução dos volumes de Sépia. O campo responde por 49% da parcela de gás da União.

"A expectativa é de retomada gradual dos volumes nos próximos meses, considerando que o retorno da exportação em Búzios já ocorreu em abril de 2025 e que o "earn out" é um ajuste temporário previsto nas regras dos contratos de partilha de produção", explicou a PPSA. Referindo-se ao mecanismo financeiro que permite um pagamento extra com base no desempenho futuro do ativo após a venda.

A exportação total de gás natural, considerando consórcios e União, foi de 3,94 milhões de m3/d, apresentando uma redução de 10% em relação ao mês anterior. A queda foi influenciada pela interrupção temporária na movimentação de gás nas plataformas P-77, P-75 e FPSO Carioca, em Búzios, devido ao comissionamento da interligação da plataforma P-70 (Atapu) à Rota 3. "Ainda assim, Búzios respondeu por 89% do total exportado", disse a PPSA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde 2017, início da série histórica, a exportação acumulada de gás em regime de partilha de produção soma 3,4 bilhões de m3. A parcela acumulada da União soma 229 milhões de m3, concluiu a PPSA.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV