Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Preços de bens de capital sobem 1,19% no IPP de novembro, afirma IBGE

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os bens de capital ficaram 1,19% mais caros na porta de fábrica em novembro, segundo os dados do Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui a indústria extrativa e de transformação, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ocorre após os preços terem subido 1,85% em outubro. Os bens intermediários registraram avanço de 1,40% nos preços em novembro, ante um aumento de 3,03% em outubro.

Já os preços dos bens de consumo subiram 1,18% em novembro, depois de uma alta de 1,04% em outubro. Dentro dos bens de consumo, os bens duráveis tiveram elevação de 0,64% em novembro, ante alta de 1,36% no mês anterior. Os bens de consumo semiduráveis e não duráveis subiram 1,29% em novembro, após a elevação de 0,98% registrada em outubro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A alta de 1,31% do IPP em novembro teve contribuição de 0,08 ponto porcentual de bens de capital; 0,82 ponto porcentual de bens intermediários; e 0,41 ponto porcentual de bens de consumo, sendo 0,37 ponto porcentual de bens de consumo semi e não duráveis e 0,04 ponto porcentual de bens de consumo duráveis.

Atividades

A alta de 1,31% nos preços dos produtos industriais na porta de fábrica em novembro foi decorrente de avanços em 17 das 24 atividades pesquisadas, segundo os dados do IPP divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mês de novembro, as quatro maiores elevações de preços ocorreram nas atividades de refino de petróleo e produtos de álcool (6,63%), outros produtos químicos (4,90%), bebidas (2,52%) e produtos de metal (2,30%).

As maiores contribuições para a inflação da indústria no mês foram de refino de petróleo e produtos de álcool (0,71 ponto porcentual), outros produtos químicos (0,47 ponto porcentual) e produtos de metal (0,07 ponto porcentual).

Segundo Manuel Campos Souza Neto, gerente do IPP no IBGE, os setores com maior impacto no IPP de novembro sofreram influência do comércio internacional. "O setor de petróleo é afetado pela redução da oferta do óleo bruto de petróleo, com elevação de preços em todo o mundo. O combustível não tem apresentado altas só no Brasil. Vários países têm sofrido aumentos até maiores. Já o setor químico sofre muito a influência dos custos dos insumos, especialmente a parte de adubos, que tem tido aumento de preços internacionais", explicou o pesquisador, em nota divulgada pelo IBGE.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em novembro, a queda de preços mais aguda foi a das indústrias extrativas (-5,21%), o equivalente a uma contribuição de -0,31 ponto porcentual para o IPP. Souza Neto lembra que houve redução nos preços do minério de ferro, influenciado pela retração da demanda da China.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV