Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Planejamento: beneficiários do seguro-defeso excedem número de pescadores artesanais

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O secretário de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas e Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento, Sergio Firpo, disse nesta quarta-feira que o número de benefícios do Seguro-Defeso "excede em várias vezes" o dado estimado de pescadores artesanais profissionais em atuação. Segundo ele, esse quadro resultado da forma como o registro é feito, processo que vai passar por um endurecimento por parte do governo.

As medidas no Seguro-Defesa, com economia de gasto prevista na casa de R$ 1,1 bilhão em 2025, compõem o corte de R$ 25,9 bilhões programado para o orçamento do próximo ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Firpo lembrou que o endurecimento das regras de registro pode ser viabilizado pelas propostas incorporadas no relatório do senador Jaques Wagner (PT-BA), que relatou o projeto de desoneração da folha e previu mudanças legais para dar sustentação ao pente-fino realizado pelo governo. "Com a biometria, isso deve reduzir em 20%. Caso não haja essa mudança legal, medidas administrativas podem ser tomadas", disse Firpo.

O Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) já havia mostrado que a expectativa do governo é de que o aumento da transparência na habilitação dos pescadores possa resultar na redução estimada de 20% dos habilitados a receber o benefício. Os dados foram obtidos pelo Broadcast em nota técnica do Ministério do Trabalho.

A reportagem mostrou também que, mesmo com o pente-fino na política, as despesas com a ação vão crescer 8,2% entre 2024 e 2028, passando de R$ 5,1 bilhões para R$ 5,5 bilhões até 1º de setembro deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV