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Pix por aproximação deixa de ter limite máximo de R$ 500 por transação

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O Pix por aproximação deixa de ter, a partir desta quinta-feira, dia 1º, limite de R$ 500 por transação. A medida foi anunciada pelo Banco Central em junho.

O Pix por aproximação permite a realização de pagamentos aproximando o celular da maquininha de pagamentos, sem a necessidade de digitar a chave do destinatário ou ler um QR Code. As transferências por aproximação podem ser iniciadas dentro ou fora dos aplicativos das instituições, usando, nesse caso, as carteiras digitais.

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"Ao permitir que o usuário ajuste o limite do Pix por aproximação dentro dos canais da sua instituição, a nova regra torna a experiência mais aderente às necessidades do dia a dia, sem perder de vista os mecanismos de segurança já incorporados ao ecossistema do Pix", afirmou o chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do BC, Breno Lobo, na época em que a medida foi anunciada.

Na ocasião, o BC afirmou, em nota, que a mudança torna o Pix por aproximação ainda mais parecido com a experiência já conhecida por quem usa chave ou QR Code. "Com a retirada do limite específico, os usuários poderão fazer transações de valor mais elevado, respeitados os limites definidos pelo usuário, por meio do Pix por aproximação, que é uma experiência com menos fricção do que as demais formas de iniciação", disse a autoridade monetária.

Embora o limite específico da modalidade deixe de valer, ela segue submetida aos limites gerais do Pix. Hoje, os valores máximos permitidos dependem do tipo de operação e do perfil de risco e de comportamento do usuário.

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Em operações convencionais de transferência e compra, por exemplo, as instituições precisam definir, para pessoas físicas, limites máximos por período. No período noturno, no caso de transferências destinadas a pessoas físicas, o limite para operações padrão é de R$ 1.000, exceto em casos de autorização expressa do usuário.

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