Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

PIB do 3º tri deve provocar elevação na projeção atual de 3,3% para alta de 2024, diz Fazenda

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, de 0,9% conforme divulgação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é superior à projeção do boletim Macrofiscal do Ministério da Fazenda para o período e deverá ensejar revisão do dado de 3,3% para o ano, de acordo com nota divulgada pela Secretaria de Política Econômica (SPE). "Dessa maneira, a projeção do Ministério da Fazenda para o crescimento do PIB de 2024, atualmente em 3,3%, deverá ser revisada para cima, repercutindo perspectivas de maior crescimento para a indústria e para os serviços", diz o texto divulgado .

A pasta também explicou que esse resultado aumentou o carrego estatístico para 2024, que passou de 2,5% para 3%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Se realizada dessazonalização pela metodologia adotada pelo IBGE, de forma a se obter variação nula na margem no quarto trimestre, o carrego para o ano fica em 3,3%", diz o texto.

A avaliação da SPE é de que o desempenho do terceiro trimestre mostrou que a economia seguiu em "ritmo robusto de expansão mesmo com menores impulsos fiscais". Pela ótica da demanda, o resultado reflete a expansão do consumo das famílias e do investimento.

Em relação ao desempenho projetado para os setores pela secretaria, houve uma queda mais acentuada na atividade agropecuária e menor expansão da indústria, em função do recuo na produção extrativa e da construção. Já o setor de serviços foi uma surpresa positiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A taxa de investimento aumentou de 16,6% no segundo trimestre para 17,6% no terceiro, refletindo a maior expansão da formação bruta de capital fixo comparativamente ao avanço do PIB em valores correntes", diz a nota, corroborando ponto adiantado ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) pelo secretário Guilherme Mello.

A avaliação da SPE é de que a política monetária mais contracionista deverá restringir o ritmo de expansão de concessões de crédito e investimentos, mas impulsos do mercado de trabalho, resiliente, vão estimular a produção e o consumo das famílias.

"Para 2025, destaca-se a boa perspectiva para setores menos cíclicos, como a agropecuária e a produção extrativa. O bom desempenho dessas atividades deve ajudar a mitigar a desaceleração esperada para as atividades cíclicas, mais impactadas pelo aumento dos juros e pelos menores estímulos fiscais", diz a nota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A nota ainda trouxe uma comparação feita entre os países do G-20 que já divulgaram o PIB do terceiro trimestre e mostra que o Brasil ficou na quarta posição na margem e na comparação interanual, atrás apenas do México, Índia e Indonésia e no mesmo patamar da China. O País ainda tem a sexta melhor posição no acumulado de quatro trimestres.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV