Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Petróleo fecha em queda e perde 6% na semana, ante redução nas tensões do Oriente Médio

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O petróleo fechou em queda e acumulou cerca de 6% de perdas na semana, em meio a redução nas tensões do Oriente Médio, enquanto Israel e o Hamas negociam acordo na Faixa de Gaza. Assim, o foco do mercado recai agora sobre dinâmicas de oferta e demanda, segundo analistas.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para junho fechou em baixa de 1,06% (-US$ 0,94), a US$ 78,11 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para julho caiu 0,85% (-US$ 0,71), a US$ 82,96 por barril. Na semana, as perdas foram de 6,85% e 5,95%, respectivamente

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O petróleo abriu em alta modesta e ampliou levemente os ganhos, após o payroll dos Estados Unidos mostrar criação de empregos em abril menor que a esperada, aumentando expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed). Contudo, a commodity reverteu o movimento logo no início da tarde.

A fraqueza nos preços do petróleo reflete a redução no prêmio de conflitos geopolíticos, aponta o Julius Baer. O banco suíço analisa que a atenção do mercado parece ter se transferido para dinâmicas de oferta e demanda, particularmente na América do Norte, onde os estoques dos Estados Unidos seguem em níveis elevados e o Canadá retomou operações de um oleoduto com exportação direta para a Ásia. A perspectiva de ampla oferta pesa sobre o petróleo e exige cautela, avalia o Julius Baer, que projeta queda dos preços para faixa de US$ 70 o barril em 2024.

No entanto, a geopolítica do Oriente Médio continuará como um dos catalisadores da commodity nos próximos dois meses, de acordo com a Capital Economics. "Não apenas pela possibilidade de uma escalada, mas também pelo encontro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), que acontece em junho e definirá metas para produção do óleo a partir de julho", destaca.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje, a Opep anunciou planos de compensação por produção excedente do Iraque e do Cazaquistão, distribuindo cortes adicionais entre maio e dezembro para contrabalançar a produção acumulada no primeiro trimestre deste ano.

Também no noticiário, a Occidental Petroleum está explorando a venda de uma parte de suas operações na Bacia do Permiano, que poderia render mais de US$ 1 bilhão para a produtora de energia, segundo reportagem daReuters. A iniciativa da petrolífera, que é apoiada pela Berkshire Hathaway, faz parte de um esforço para reduzir sua dívida, com valor total de US$ 18,5 bilhões no final de 2023.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV