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Petróleo fecha em queda, com menor redução nos estoques dos EUA e elevação de juros pelo Fed

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Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta quarta-feira, 26, depois dos estoques de petróleo dos EUA caírem menos do que o esperado pelo mercado, segundo Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês), e em cautela para a coletiva de imprensa de Jerome Powell após nova elevação na taxa de juros americana pelo Federal Reserve (Fed). O tom da coletiva de Powell pode indicar se o aperto monetário chegou ao fim no país ou se os investidores podem aguardar mais uma elevação.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para setembro fechou em queda de 1,07% (US$ 0,85), a US$ 78,78 o barril. O Brent para igual mês, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), fechou em baixa de 0,86% (US$ 0,72), a US$ 82,92 o barril.

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Para Craig Erlam, os preços de petróleo se mantiveram em seu patamar de recuperação dos últimos dias, mas paralisou sua alta em cautela à decisão do Federal Reserve. "O petróleo se recuperou de forma impressionante desde o final de junho, impulsionado por restrições do lado da oferta e melhores perspectivas para a economia global", pontuou, mas destaca que um Fed hawkish pode ser ruim para o setor.

Segundo o analista da gestora Navellier, Louis Navellier, "as empresas de energia vêm aumentando sua produção e não precisam mais dos altos preços do petróleo bruto para melhorar seus ganhos", e por isso devem entrar em viés de queda nos próximos dias.

Também hoje, a Reuters publicou notícia de que a oferta deve aumentar nos próximos meses, porque as cargas de petróleo da Rússia devem ser expandidas a partir de setembro, já que o pico de manutenção das refinarias liberará mais matéria-prima para as vendas fora do país.

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