Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Petróleo fecha em baixa em sessão volátil, com especulações sobre novo cessar-fogo em Gaza

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O petróleo encerrou em baixa a primeira sessão da semana, marcada por volatilidade. Investidores ponderam sobre a extensão dos riscos geopolíticos à oferta, entre ataque letal a soldados americanos na Jordânia e especulações sobre novo acordo de cessar-fogo em Gaza.

O WTI para março fechou em baixa de 1,57% (US$ 1,23), a US$ 76,78 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex); e o Brent para abril recuou 1,35% (US$ 1,12), a US$ 81,83 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os preços subiram no início da manhã, na esteira do ataque a drone lançado nesse domingo, 28, contra tropas dos EUA na Jordânia. O presidente americano, Joe Biden, afirmou que a ofensiva foi conduzida por "grupos radicais apoiados pelo Irã que operam na Síria e no Iraque", embora Teerã tenha negado envolvimento. É mais um fator que eleva preocupações de escalada nas tensões no Oriente Médio, que têm apoiado o petróleo desde o estopim da guerra entre Israel e Hamas, em outubro passado.

Mas relatos de que negociadores de Israel, dos EUA, do Egito e do Catar concordaram com as bases de um novo acordo de cessar-fogo com o Hamas ajudaram a apaziguar os temores. Segundo o analista Michael Hewson, da CMC Markets, essa notícia pressionou a cotação do petróleo.

CEO da Navellier, Louis Navellier alertou que o "caos no Oriente Médio" e as perturbações nas rotas marítimas podem causar interrupções no transporte e na produção de petróleo dentro dos próximos meses. Ele citou ainda a possibilidade de a Ucrânia bombardear os oleodutos de petróleo da Rússia como outro risco altista para a commodity.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV