TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Petróleo fecha em alta, impulsionado por dólar fraco e expectativa de demanda da China

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta terça-feira, 1º, impulsionados pela fraqueza do dólar e por expectativas com um possível aumento na demanda por parte da China, maior importadora de petróleo do mundo, após dados econômicos positivos no país asiático. No radar, investidores seguem monitorando um possível aumento de produção da commodity pela Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), bem como o cenário geopolítico no Oriente Médio.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para agosto fechou em alta de 0,52% (US$ 0,34), a US$ 65,45 o barril. Já o Brent para setembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 0,55% (US$ 0,37), a US$ 67,11 o barril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em meio à incerteza sobre as políticas comerciais e fiscais dos EUA, o dólar oscilou entre ganhos e perdas e favoreceu a alta do petróleo. Para o Price Futures Group, o óleo também é beneficiado pela "boa demanda sazonal", que compensa parcialmente a perda do prêmio de risco geopolítico, enquanto o cessar-fogo entre Israel e Irã se mantém.

Ontem, a leitura da S&P Global em parceria com a Caixin mostrou que o índice de gerentes de compras (PMI) industrial da China subiu de 48,3 em maio para 50,4 em junho, acima do esperado por analistas da FactSet. O resultado acima da marca de 50 pontos indica expansão da atividade, o que aumenta as expectativas de uma maior demanda de petróleo pelo país.

No entanto, de acordo com o ING, os ganhos da commodity são moderados pelas expectativas com a decisão de aumento da produção da Opep+ em agosto. "Isso e um aumento de magnitude semelhante em setembro reverteriam completamente os 2,2 milhões de barris por dia de cortes voluntários e contribuiriam para um superávit no mercado global no 4º trimestre", afirma o banco holandês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na avaliação da Kpler, o cartel "parece estar em um curso que pode inclinar o mercado global de petróleo para uma perspectiva de baixa" e há preocupações com o excesso de oferta do óleo no mercado. Para a instituição, "tensões comerciais não resolvidas" também pesam para o lado negativo.

*Com informações da Dow Jones Newswires

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV