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Petróleo fecha em alta após novas pressões econômicas dos EUA contra o Irã

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O petróleo encerrou o dia em alta, na quinta sessão consecutiva de ganhos, após autoridades dos Estados Unidos reafirmarem que manterão a pressão econômica sobre o Irã, enquanto as negociações entre os dois países seguem sem avanços.

Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para outubro fechou em alta de 2,89% (US$ 2,44), a US$ 86,83 por barril.

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O petróleo Brent para o mesmo mês, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em alta de 2,36% (US$ 2,16), a US$ 93,78 o barril.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse nesta quinta-feira, 20, que o Irã terá as "sanções mais duras da história", mas ponderou que dificilmente os ataques americanos serão retomados. Na quarta, o presidente dos EUA, Donald Trump, já havia prometido sanções contra o regime persa, no que classificou como "guerra econômica" e ameaçou países que ajudassem o Irã a driblá-las.

Em resposta, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, criticou a decisão do presidente de Trump e afirmou que a medida é uma "cortina de fumaça" para esconder a crise americana, marcada por uma dívida pública sem precedentes.

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Para a Sucden Financial, a falta de conversas programadas entre Estados Unidos e Irã e a tensão persistente no Estreito de Ormuz sustentam um prêmio de risco no mercado de energia. "Isso limita o quanto os investidores conseguem retirar da precificação o risco de inflação", avalia.

Na guerra da Ucrânia, a Rússia voltou nesta quinta a bombardear Kiev e seus arredores com dezenas de mísseis e drones, em um ataque aéreo que durou horas e matou pelo menos 16 pessoas. O presidente ucraniano, Volodmir Zelenski, pediu que os países enviem mais interceptores Patriot para defesa, mas os estoques internacionais estão baixos em meio à guerra no Irã.

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