Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Petróleo fecha com perdas modestas, com recuperação do dólar e dados mistos, mas sobe na semana

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os contratos futuros de petróleo fecharam com modestas perdas nesta sexta-feira, 15, em correção após os ganhos das duas últimas sessões, mas de forma insuficiente para impedir uma valorização semanal. Dados mistos e a recuperação do dólar amplificaram a pressão, embora perspectivas por relaxamento monetário nas principais economias ajudem a conter queda.

Na New York Mercantile Exchange, o WTI para fevereiro, agora o mais líquido, encerrou em baixa de 0,18% (-US$ 0,13), a 71,78 por barril. O WTI para janeiro, até então o mais ativo, subiu 0,28% na semana. Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para fevereiro recuou 0,08% (-US$ 0,06), a US$ 76,55 por barril, mas teve alta semanal de 0,94%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Uma série de indicadores divulgados no período da manhã sugeriu um cenário incerto nos dois lados do Atlântico. Na zona do euro e na Alemanha, os índices de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) compostos recuaram na preliminar de dezembro, ainda em território de contração.

Nos Estados Unidos, o índice de atividade industrial Empire State caiu bem mais que o esperado este mês, enquanto a produção industrial veio aquém das expectativas em novembro.

Neste cenário, o petróleo encontrou espaço para corrigir parcialmente o avanço dos últimos dias, também penalizado pela força do dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta sexta, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Nova York, John Williams, esfriou um pouco do otimismo nos mercados ao dizer que ainda é cedo para discutir cortes de juros. O líder da regional de Atlanta, Raphael Bostic, por sua vez, disse esperar afrouxamento apenas no terceiro trimestre.

Apesar disso, a curva futura mantém a precificação majoritária mais forte por corte de 150 pontos-base na taxa básica a partir de março até o fim de 2024, conforme sugere a plataforma de monitoramento do CME Group.

Para o Commerzbank, esse movimento será positivo para commodities. "Embora um revés de curto prazo não possa ser excluído no caso de dados econômicos fracos, geralmente esperamos que os preços subam: no final do primeiro trimestre, o Brent provavelmente estará sendo negociado a US$ 80", prevê.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco também considera exageradas as preocupações sobre uma oferta excessiva no mercado de trabalho, uma vez que os membros Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) vão cortar produção no primeiro trimestre. "E por outro lado, as perspectivas para a demanda de petróleo já parecem novamente mais positivas no médio prazo", avalia.

Nesta sexta, a Baker Hughes informou que o número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos EUA caiu dois na última semana, a 501.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV