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Petróleo cai, reagindo à discussão na Casa Branca e tarifas da Opep+

Contratos futuros de petróleo caem após tensão entre EUA e Ucrânia. WTI e Brent apresentam perdas, enquanto Opep+ pode adiar aumento de produção

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Petróleo cai, reagindo à discussão na Casa Branca e tarifas da Opep+
Autor Foto: Reprodução/pixabay

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta sexta-feira, 28, mas tiveram as perdas arrefecidas depois de uma discussão entre o presidente dos EUA, Donald Trump, o vice-presidente norte-americano, JD Vance, e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensk, na Casa Branca. O desentendimento coloca em risco o acordo de minerais entre os dois países e as conversações sobre o fim da guerra entre Ucrânia e Rússia.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de petróleo WTI para abril fechou em queda de 0,83% (US$ 0,59), a US$ 69,76 o barril, enquanto o Brent para maio, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 1,03% (US$ 0,76), a US$ 72,81 o barril. Na semana, o WTI cedeu 0,90%, enquanto o Brent teve baixa de 2,17%. No mês, os contratos caíram mais de 3%.

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Após afirmar que Zelensky estaria "brincado com a terceira guerra mundial" e de ser ingrato aos EUA, Trump pediu que o líder da Ucrânia e sua delegação deixassem a Casa Branca.

O republicano teria dito estar "desconfortável com a presença" do ucraniano em Washington, segundo fontes da Fox News. O fim abrupto da reunião não deixou claro o grau de apoio militar e político que o governo americano está preparado para fornecer a Kiev nos próximos meses e nem se o acordo de minerais será assinado futuramente.

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Todavia, a commodity seguia com certa pressão nesta sexta-feira devido às preocupações com as perspectivas de tarifas dos EUA e expectativas de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+) possa adiar seus planos de aumento de produção de abril.

"Apesar de toda a atenção voltada para o fato de a Opep+ adiar ou não a redução da produção, talvez a área mais interessante a ser observada seja a dos sinais de aprofundamento das tensões entre os membros do grupo", diz a Capital Economics.

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