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Petrobras aprova pagamento de R$ 9,03 bi em remuneração aos acionistas

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O conselho de administração da Petrobras aprovou o pagamento de remuneração aos acionistas no valor de R$ 9,03 bilhões, equivalentes a R$ 0,70097272 por ação ordinária e preferencial em circulação. Segundo a companhia, trata-se de uma antecipação da remuneração relativa ao exercício de 2026, declarada com base no balanço de 31 de março deste ano.

Para os detentores de ações negociadas na B3, a data-base será em 1º de junho, com os papéis passando a ser negociados "ex-direitos" a partir do dia seguinte, 2. O pagamento será feito em duas parcelas, sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), sendo a primeira, de R$ 0,35048636 por ação ordinária e preferencial, em 20 de agosto; e a segunda, também de R$ 0,35048636 por ação, em 21 de setembro.

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No caso dos detentores de ADRs negociados na New York Stock Exchange (NYSE), a record date será em 3 de junho de 2026, e os pagamentos da primeira e da segunda parcela serão feitos, respectivamente, a partir de 27 de agosto e de 28 de setembro.

Os proventos serão descontados da remuneração aos acionistas a ser aprovada na Assembleia Geral Ordinária de 2027 relativa ao exercício de 2026. Para o cálculo do desconto, os valores de cada parcela serão reajustados pela taxa Selic desde as datas dos pagamentos até o encerramento do exercício social corrente.

A Petrobras afirmou que a distribuição é compatível com a sustentabilidade financeira da empresa e reforçou que a distribuição proposta está alinhada à Política de Remuneração aos Acionistas vigente, que prevê que, em caso de endividamento bruto igual ou inferior ao nível máximo de endividamento definido no plano estratégico em vigor, observadas as demais condições da política, a empresa deverá distribuir aos acionistas 45% do fluxo de caixa livre.

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