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Pesquisa CNT/MDA mostra que mais pessoas avaliam a economia pior em relação a 2023

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Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, 12, mostra que mais pessoas acreditam que a economia está pior em relação a 2023 do que as que veem a economia melhor. Segundo o levantamento, 34,7% dos entrevistados disseram que a situação econômica está pior que no ano passado, enquanto 27,7% avaliaram como melhor. Para 35,9%, a economia está igual.

Os dados mostram, ainda, que 60,5% dos entrevistados disseram que a inflação teve muito impacto negativo no seu poder de compra. Para 26,4%, houve impacto, mas pouco. Apenas 1,5% das pessoas questionadas disseram que sua renda aumentou.

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Apesar desse cenário, a maior parte da população entrevistada demonstrou otimismo com o cenário para os próximos meses. A pesquisa CNT/MDA mostrou uma melhora nesse otimismo em relação ao levantamento feito em maio.

Agora, 38,9% disseram que a situação do emprego vai melhorar - em maio, eram 35,7% dos entrevistados. O movimento inverso é observado entre os que dizem que a situação vai piorar: são 22,3%, ante 27,5% em maio.

A pesquisa mostra ainda que 35,1% dos entrevistados acreditam que sua renda vai aumentar nos próximos meses (um crescimento em relação aos 33,6% observados em maio). Para 10,8%, a renda vai diminuir (uma queda diante dos 12,3% registrados no primeiro semestre deste ano.

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Quando perguntados sobre a situação geral da economia para o ano que vem, 41,2% disseram acreditar que a perspectiva é positiva e a economia vai melhorar. Para 33,6%, vai piorar. Há 21,4% que dizem que ficará igual a este ano.

O levantamento mostra, também, que, para a maioria da população, o Bolsa Família serve como uma desmotivação para procurar emprego. O benefício, aumentado para R$ 600 no início do mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, foi apontado como uma razão para as pessoas não buscarem emprego por 54% dos entrevistados. Apenas 15,4% disseram que o programa social serve como um incentivo para a procura de vagas no mercado de trabalho.

A pesquisa foi realizada de 7 a 10 de novembro deste ano. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95% - o que significa que há 95% de chance de o estudo estar correto, se considerada a margem de erro. A coleta dos dados foi feita de forma presencial.

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