Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Para Galípolo, economia aquecida e hiato apertado sugerem desinflação mais lenta ou custosa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o hiato do produto mais apertado e a atividade econômica aquecida sugerem que o processo de desinflação será mais custoso no Brasil.

"Economia aquecida e hiato apertado sugerem desinflação mais lenta ou custosa. E um câmbio elevado também sugere desinflação mais lenta ou custosa", disse em evento organizado por alunos da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O diretor do BC também afirmou que o mercado de trabalho está aquecido, mas que o banco não enxerga um link evidente com os preços da economia, ou seja, o movimento da inflação. Ele observou que os economistas vêm sendo surpreendidos recorrentemente com o crescimento da economia.

Meta

O diretor de política monetária do BC reiterou o compromisso da autarquia em fazer com que a inflação convirja para o centro da meta, de 3%. Ele disse que o intervalo de tolerância do sistema, de 1,5 ponto porcentual para cima ou para baixo, serve para absorver choques, mas não exime o BC de buscar o alvo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não há qualquer tipo de tergiversação sobre a questão do que é a meta. A meta é 3%. Se foi essa a meta que o poder democraticamente eleito estabeleceu, é essa a meta que o Banco Central tem de cumprir, e a taxa de juros tem de estar em um patamar restritivo o suficiente para alcançá-la", disse Galípolo.

Ele acrescentou que a banda de tolerância não serve para reduzir o esforço necessário para levar a inflação ao centro da meta. "A banda é para absorver eventuais choques extraordinários, passageiros", afirmou, citando, por exemplo, tragédias climáticas.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV