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Padilha diz que governo perseguirá meta de déficit primário zero no Brasil em 2024

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O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, reiterou nesta sexta-feira, 1º de dezembro, que tanto o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, quanto o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estão comprometidos com o alcance da meta de déficit primário zero no ano que vem.

Padilha falou para uma plateia de 350 pessoas, boa parte dirigentes de bancos e demais instituições do sistema financeiro, durante almoço anual do setor, organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

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"O governo vai perseguir a meta de déficit primário zero no Brasil no próximo ano", disse Padilha.

Voltando-se para presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que, com a sua diretoria, também participa do evento, Padilha disse que o alcance de um déficit primário zero vai contribuir bastante com o trabalho do banqueiro central tem feito à frente da autarquia no que diz respeito à trajetória de cortes da Selic.

"Meta de déficit zero contribui bastante com o trabalho que Campos Neto tem feito no BC. Temos compromisso com a estabilidade fiscal porque ela ajudará a consolidar a trajetória de queda de juro no Brasil", disse o ministro.

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Padilha agradeceu a Febraban e os banqueiros pela grande ajuda, na palavras dele, que o setor deu às principais agendas econômicas do governo.

Dirigindo-se ao presidente da Febraban, Isaac Sidney, o ministro disse que se não fosse o apoio da entidade o governo não teria conseguido avançar com o Desenrola Brasil, programa do governo federal que renegocia dívidas em atraso de mais de 70 milhões de pessoas.

Ainda segundo Padilha, o governo pretende ainda neste ano aprovar medidas para liberar investimentos em infraestrutura e afirmou que o setor bancário e financeiro têm sido parceiros do governo principalmente na estruturação de debêntures de infraestrutura.

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"Todos os presentes neste almoço da Febraban vão terminar este ano com melhores expectativas que no ano passado", disse Padilha.

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