Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Pacote dos combustíveis deu fôlego às companhias aéreas, diz ministro de Portos e Aeroportos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, disse nesta terça-feira, 2, que o governo federal não teve responsabilidade pelo aumento dos preços dos combustíveis e atribuiu a alta a fatores geopolíticos relacionados ao conflito entre Estados Unidos e Irã. Segundo ele, as medidas adotadas pela União ajudaram a reduzir os impactos do encarecimento do querosene de aviação (QAV) sobre as companhias aéreas e os passageiros.

"Não houve nenhuma medida do governo do Brasil no sentido de gerar o aumento do custo do combustível ... Com as medidas que anunciamos para auxiliar ao setor, as companhias aéreas tivessem um fôlego durante esse período do aumento do combustível e não tivesse um impacto tão significativo no custo da sua operação", afirmou o ministro em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, da EBC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Franca destacou que o governo adotou uma série de medidas para amenizar os efeitos da alta dos custos operacionais das empresas aéreas. Entre elas, citou a redução de tributos sobre o QAV, o adiamento do pagamento das tarifas de navegação aérea cobradas pela Força Aérea Brasileira (FAB) e a disponibilização de uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para as companhias do setor.

"Nós fizemos o adiamento das tarifas do mês de março e de abril, e agora prorrogamos os meses de maio e junho, para que elas pudessem ser pagas somente em dezembro, de modo que as companhias aéreas tivessem um fôlego durante esse período do aumento do combustível", disse.

De acordo com o ministro, os financiamentos foram destinados principalmente para capital de giro e compra de combustível. Ele observou que o combustível representa cerca de 40% dos custos operacionais das empresas aéreas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Franca avaliou que as iniciativas permitiram preservar a expansão do transporte aéreo no País. "Isso fez com que nós tivéssemos uma manutenção da curva de crescimento do número de passageiros no Brasil", afirmou.

Segundo o ministro, o número de passageiros transportados passou de cerca de 98 milhões em 2023 para 130 milhões em 2025, o que representa a entrada de aproximadamente 30 milhões de novos passageiros no sistema aéreo brasileiro.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV