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Ouro fecha em alta com incertezas sobre retomada de negociações entre EUA e Irã

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O contrato futuro do ouro fechou em alta nesta sexta-feira, enquanto investidores ponderavam novas sinalizações do Irã sobre a retomada das negociações com os EUA para um acordo que encerre a guerra no Oriente Médio, em um ambiente de incertezas prolongadas. O mercado também avaliou comentários de dirigentes do Federal Reserve (Fed) sobre a trajetória dos juros.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para junho encerrou em alta de 0,32%, a US$ 4.644,50 por onça-troy. A prata subiu 3,29%, a US$ 75,951 por onça-troy. Na semana, porém, os metais caíram 2% e 0,6%, respectivamente.

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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que Teerã continua aberto à diplomacia com os EUA, desde que Washington mude sua "postura expansionista" e sua "retórica ameaçadora", depois de a mídia internacional revelar que o país enviou, por meio de mediadores do Paquistão, uma resposta às últimas emendas americanas ao acordo entre as partes para pôr fim à guerra. Do lado dos EUA, o presidente Donald Trump sinalizou insatisfação com o Irã.

O Citi prevê que o ouro permanecerá sob pressão no curto prazo em meio às incertezas no Oriente Médio, especialmente em um cenário de preços mais altos do petróleo e de uma nova rodada de correção no mercado de ações. O banco acredita que o metal precioso ficará na faixa de US$ 4.300 por onça-troy nos próximos três meses, mas vê um quadro mais favorável no médio prazo. "Esperamos que o ouro eventualmente se destaque como ativo de refúgio, sustentado pela crescente incerteza geopolítica e pelos riscos crescentes de estagflação", afirmou.

Presidentes de Fed regionais, como Lorie Logan (Dallas), Beth Hammack (Cleveland) e Neel Kashkari (Minneapolis), sinalizaram preocupações com a possibilidade de um maior afrouxamento da política monetária pelo banco central americano. Juros mais baixos costumam beneficiar o ouro.

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