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Ouro fecha em alta com alívio do dólar e dos juros dos Treasuries

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O ouro encerrou em alta nesta quinta-feira, 9, após queda na véspera favorecer recompras e em sessão marcada pelo recuo do dólar e dos rendimentos dos Treasuries. Fator geopolítico com conflito no Oriente Médio segue no radar, ainda que não impeça alta nas bolsas em Wall Street.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para agosto encerrou em alta de 1,43%, a US$ 4.140,8 por onça-troy, enquanto a prata para setembro subiu 3,77%, a US$ 60,748 por onça-troy.

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A recuperação é sustentada por um dólar americano mais fraco. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, cedia a 100,873 pontos, ante 100,991 pontos no fim da tarde de quarta-feira perto do horário de fechamento do mercado acionário em Nova York.

A fala do presidente dos EUA, Donald Trump, de que o Irã estaria "em busca de um acordo" traz o petróleo para baixo e alivia as preocupações sobre perspectivas para a inflação e a postura do Federal Reserve em relação à condução da política monetária americana.

O ouro é geralmente visto como uma proteção contra a inflação, embora um cenário de taxas de juros mais altas tenda a reduzir a atratividade desse ativo que não gera rendimento.

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Divulgada na quarta-feira, a ata da reunião de política monetária do Fed destacou uma mudança de postura mais agressiva entre os membros do comitê, exercendo pressão sobre o metal precioso. "A ata reafirma que o caminho está totalmente aberto para um aumento das taxas de juros em setembro", afirma Thomas Ryan, da Capital Economics.

*Com informações da Dow Jones Newswires.

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