Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ouro fecha em alta com acordo de paz preliminar no Oriente Médio e dados dos EUA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ouro fechou em alta nesta quinta-feira, 28, retomando o patamar de US$ 4.500, em sessão volátil com a melhora no sentimento após relatos de acordo preliminar para o fim do conflito no Oriente Médio, apesar dos novos ataques da madrugada. Além disso, o mercado também pondera uma série de dados de inflação, crescimento, indústria, emprego e moradias dos EUA.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para agosto encerrou em alta de 1,14%, a US$ 4.532,4 por onça-troy. Já a prata para julho avançou 1,4%, a US$ 75,912 por onça-troy.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os metais preciosos chegaram a registrar perdas significativas durante as primeiras horas do dia, com o ouro voltando a bater as mínimas em dois meses, em meio a novos ataques "defensivos" dos Estados Unidos, assim como a retaliação por parte do Irã. As ações fizeram os preços do petróleo saltar, assim como o dólar e os rendimentos do treasuries, que, juntamente com os temores inflacionários, pesaram sobre o ouro, segundo o Saxo Bank.

Contudo, a notícia de que os países chegaram a um acordo preliminar fizeram os ativos inverterem sinal, com os metais preciosos passando a subir. Segundo a Axios, o tratado deve ter duração de 60 dias e prevê a extensão do cessar-fogo, assim como a liberação do fluxo no Estreito de Ormuz, um passo "necessário" para a normalização do setor energético, segundo o Capital Economics.

Além disso, o PCE dos Estados Unidos avançou menos do que o previsto, também aliviando um pouco da pressão sobre os metais preciosos, segundo o TD Securities. Para o Capital Economics, o resultado dá mais tempo ao Federal Reserve (Fed) para avaliar os impactos da alta nos preços de energia. Em contrapartida, a segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do país veio abaixo do esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações de Dow Jones Newswires

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV