Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Ouro fecha em alta acima de 2%, subindo mais de 5% em semana com incertezas nos EUA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ouro fechou em alta acima de 2% nesta sexta-feira, 21, encerrando uma semana de valorização maior que 5% para o metal. O contexto de incertezas com a postura da economia americana, que envolve a disparada da dívida pública e intervenções no mercado de títulos, reforçou a busca por ativos alternativos, com o metal aparecendo como um refúgio.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em alta de 2,4%, a US$ 4.680,60 por onça-troy. Na semana, a alta foi de 5,5%. A prata para setembro avançou 2,1%, a US$ 69,53 por onça-troy. O avanço semanal foi de 6,8%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"A reviravolta tem origem nas recentes incursões do Tesouro dos EUA nos mercados de câmbio e de títulos, bem como na desvalorização do dólar", aponta a Capital Economics. "A possibilidade de novas surpresas por parte dos formuladores de políticas dos EUA pode manter o dólar sob pressão e sustentar os preços do ouro no curto prazo. Paralelamente, o legado da intervenção no iene provavelmente reforçará a atratividade do metal dourado como ativo de reserva para os bancos centrais no futuro", avalia a consultoria.

O Commerzbank acrescenta que a recente alta dos preços de energia "não é, atualmente, um fator relevante", considerando que a demanda pelo metal aumenta conforme ressurgem preocupações com o crescimento da dívida pública dos EUA. O banco alemão nota ainda que o preço do ouro recebe suporte adicional do fluxo de capital para ETFs.

Por sua vez, ao longo dos próximos dias estes temas deverão dividir a atenção com as perspectivas para a inflação e a postura do Federal Reserve (Fed). O Commerzbank lembra que o ímpeto do rali pode perder força caso o deflator do índice de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) dos EUA - a medida de inflação preferida pelo Fed - continue indicando pressões de preços acima da meta. "Nesse cenário, é provável que as discussões sobre aumentos nas taxas de juros ganhem força novamente", pondera.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV