Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Opep eleva projeção de combustíveis líquidos e mantém a do PIB do Brasil em 2026 e 2027

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) aumentou a estimativa de crescimento da produção brasileira de combustíveis líquidos para 2026 e 2027. A entidade prevê expansão de 500 mil barris por dia (bpd) em 2026, elevando a média para 4,9 milhões de bpd. Para 2027, a expectativa de crescimento aumentou para 100 mil bpd, com a produção média projetada em 5 milhões de bpd.

Segundo o cartel, a produção brasileira de petróleo bruto aumentou em 116 mil bpd em agosto ante julho, para uma média de 4,6 milhões de bpd. A produção de líquidos de gás natural ficou praticamente estável, em 100 mil bpd, enquanto a de biocombustíveis - principalmente etanol - manteve-se em torno de 700 mil bpd.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Com isso, a produção total de combustíveis líquidos aumentou cerca de 115 mil bpd na margem em agosto, para uma média de 5,4 milhões de bpd - 700 mil bpd superior ao registrado um ano antes. Segundo a Opep, os principais motores do crescimento da produção de líquidos este ano devem ser Brasil, EUA, Canadá e Argentina.

Apesar do potencial dos planos de start-ups em áreas offshore do Brasil, o aumento dos custos de desenvolvimento e a inflação dos custos unitários podem apertar as contas dos projetos e levar a atrasos nas decisões finais de investimento, alerta a Opep.

PIB

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na esfera macroeconômica, a entidade manteve as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2,0% em 2026 e 2,2% em 2027. A organização avalia que a expansão deve seguir positiva, sustentada pelo afrouxamento monetário e pela continuidade de uma atividade doméstica robusta.

A Opep, porém, ressalta que as condições monetárias permanecem altamente restritivas em termos reais, o que indica que o efeito positivo sobre a demanda interna deve aparecer "apenas de forma gradual".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV