Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Opep diz que não pode responder à alta do petróleo sozinha

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) não pode responder sozinha à crescente demanda por petróleo após anos de investimentos fracos, afirmou o presidente do cartel nesta quarta-feira, 16, num momento em que o preço do barril da commodity se aproxima de US$ 100.

Os Estados Unidos vêm pressionando a Opep a ampliar sua oferta de modo a aliviar o preço do petróleo para o consumidor final, uma vez que as cotações atingiram os maiores níveis desde 2014 em meio a temores de que a Rússia possa invadir a Ucrânia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Sentimos que poderíamos dar uma resposta rápida? Acho que não. Não investimos o suficiente durante a pandemia de covid-19", disse Bruno Itoua, ministro de Petróleo do Congo e atual presidente da Opep. "Não queremos responder sozinhos."

A Opep já concordou em ampliar sua produção de petróleo gradualmente. No entanto, a maioria de seus integrantes não tem conseguido cumprir suas cotas após anos de investimentos abaixo do necessário, situação que foi agravada pela pandemia. Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, que têm capacidade ociosa suficiente para compensar o déficit na oferta, disseram que não vão produzir acima de suas cotas por temerem comprometer sua parceria com os demais membros da Opep.

Para IToua, países fora da Opep, como o grupo de dez nações liderado pela Rússia, deveriam contribuir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Tentamos dar a resposta certa, mas, claramente, não é suficiente", disse Itoua, às margens do Fórum Internacional de Energia. "Ainda podemos ver algumas lacunas entre compromissos e a produção ofertada."

Itoua também admitiu que a alta dos preços do petróleo poderá prejudicar a demanda mais adiante. "Não queremos que os preços continuem subindo porque isso afetará a economia e trará alta da inflação", disse.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV