Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

OCDE mantém projeção de crescimento do PIB dos EUA de 2,6% em 2024, mas alerta sobre inflação

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) manteve projeções para crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos em 2024, de 2,6%, e em 2025, de 1,8%, em relatório sobre perspectivas econômicas para o país, divulgado nesta terça-feira, 25. A OCDE, no entanto, alertou que a inflação de serviços continua elevada, o que pode afetar o ritmo de flexibilização monetária do Federal Reserve (Fed).

O relatório prevê crescimento econômico continuamente estável nos EUA, com desaceleração no curto prazo devido a efeitos dos custos elevados de empréstimos e desaparecimento das poupanças acumuladas durante a pandemia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"A atividade pode surpreender para cima, caso o crescimento da produtividade seja impulsionado por avanços na inteligência artificial. Contudo, também há risco de baixa se o núcleo da inflação permanecer elevado e atrasar um potencial relaxamento da política monetária", pondera a OCDE. Outros riscos que podem pressionar a economia americana incluem escaladas em tensões geopolíticas ou na fragmentação comerciais com parceiros importantes, que poderiam prejudicar as cadeias de oferta.

Sobre a inflação, o relatório projeta que o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) - medida preferida do Fed - deve desacelerar para 2,4% em 2024 e alcançar a meta de 2% em 2025. Já o núcleo do PCE permanecerá acima da meta, baixando para 2,6% em 2024 e 2,1% em 2025. Os números também seguem estáveis em relação às estimativas divulgadas pela OCDE em maio.

A organização nota que a "sólida expansão" da economia está impulsionando salários e que a inflação de serviços segue elevada, influenciada por custos de habitação. Simultaneamente, a acomodação da demanda pelo crescimento da oferta contribuiu para o processo de desinflação de bens e de preços de energia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse cenário complexo, relaxar a política monetária será apropriado somente quando houver sinais claros de desaceleração sustentada rumo à meta de 2%, avalia a OCDE. "Cortar juros em ritmo rápido demais pode criar riscos de uma inflação persistentemente acima a meta, enquanto uma política restritiva por tempo longo demais pode deteriorar a economia e o emprego", pondera.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV