Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

NY e petróleo limitam alta do Ibovespa, apesar de leitura menos desfavorável da inflação

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa abriu perto da estabilidade na manhã desta sexta-feira, 26, mas logo foi para o campo negativo e, em seguida para o terreno positivo. A alta doméstica destoa da queda dos índices de ações do ocidente, em meio a temores com o setor de tecnologia e renovados temores geopolíticos.

O petróleo recua quase 4%, o que influencia negativamente ações do setor na B3, mas a queda pode ser vista - se mantida à frente - como alívio na inflação de curto prazo. A despeito da alta de 0,81% do minério de ferro em Dalian, na China, ações ligadas à commodity recuam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Apesar do recuo das bolsas norte-americanas, o ritmo é moderado, em meio à divulgação de indicadores da Universidade de Michigan, que mostraram avanço no sentimento do consumidor nos EUA em junho e recuo das expectativas de inflação para um e cinco anos.

A percepção de um pouco menos de pressão na inflação norte-americana tem visão parecida com a dinâmica de preços no curto prazo no Brasil. Assim, pode atenuar um pouco a pressão sobre a política monetária dos de ambos os países, segundo analistas.

Para Pedro Moreira, sócio da One Investimentos, o cenário doméstico ainda ecoa alguns resquícios da divulgação do IPCA-15 de junho, na véspera, e do Relatório de Política Monetária (RPM), que foi apresentado pelo Banco Central, informado também ontem, com leitura um pouco menos adversa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, Moreira diz que o mercado ainda está bem preocupado com os riscos internos, principalmente em relação à condição de política monetária e inflação.

Logo cedo, foram divulgadas as contas externas relativas a maio. Em seguida, saiu a taxa de desocupação do trimestre finalizado em no quinto mês do ano.

No setor externo, houve déficit em conta corrente menos intenso do que esperado, enquanto o Investimento Direto no País (IDP) ficou acima do teto das projeções. Já taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, igual à mediana das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast. "O mercado de trabalho segue aquecido, mas emite sinais de esgotamento", diz em nota a Terra Investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, o recuo dos índices de ações reflete principalmente a continuidade de liquidação de ações do setor de tecnologia. Conforme Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, no centro da cautela está o custo da infraestrutura de inteligência artificial. A Apple recuou cerca de 6% ontem após admitir que não conseguirá blindar seus clientes da alta dos chips de memória, e relatos de um possível adiamento do IPO da OpenAI reforçaram o tom defensivo, cita. "Por ora, parece mais um ajuste de preços do que uma alteração de fundamento", diz Trevisan.

Já o petróleo retoma queda, em um movimento que parece refletir uma correção técnica após os ganhos expressivos registrados na sessão anterior. Porém, o recuo pode ser limitado pelas preocupações com a travessia de petroleiros pelo Estreito de Ormuz. Segundo dois altos funcionários dos EUA, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã atacou, ontem, um navio cargueiro de bandeira de Cingapura no estreito.

Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,87%, aos 171.990,20 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Às 11h48 desta sexta, o Índice Bovespa subia 0,31%, aos 172.583,14 pontos, ante alta de 0,46%, na máxima em 172.782,28 pontos, de recuo de 0,50%, na mínima aos 171.123,94 pontos. Na semana, sobe 2,65%, após recuo de 1,64% na anterior.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV