Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Número de registro de inadimplentes cresce 5,3% em 2023 ante 19,9% em 2022, diz Boa Vista

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O número de registro de inadimplentes cresceu 5,3% em 2023, na comparação com 2022, em dados sem ajuste sazonal, informa a Boa Vista. Apesar do crescimento, a taxa mostrou arrefecimento ao longo do ano - após fechar 2022 em 19,9%, ela chegou a marcar 22,4% no acumulado em 12 meses até março, antes de entrar em trajetória de desaceleração.

Os dados mensais e dessazonalizados corroboram o alívio, afirma a Boa Vista, em nota. "Em 2023 foram observadas oito quedas na comparação mensal", diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O registro de inadimplentes recuou 0,9% em dezembro, na margem. O indicador acumulou quedas de 7,8% no segundo semestre e de 6,8% no ano, em números com ajuste.

O desempenho do indicador, avalia o economista Flávio Calife, da Boa Vista, em nota, reflete a melhora de fatores condicionantes.

"Os números do mercado de trabalho foram muito bons no ano passado, a taxa de desemprego recuou de forma consistente e a renda média cresceu em termos reais", escreve Calife. "Além disso, o endividamento e o comprometimento da renda estão melhorando gradualmente. Soma-se a isto uma inflação, até aqui, sob controle, uma tendência de queda na taxa de juros e, por fim, a postergação do 'Desenrola' por mais três meses, até março, o ano de 2024 começa com boas expectativas para a inadimplência."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Recuperação do crédito

O indicador da Boa Vista de recuperação do crédito cresceu 21,6% em 2023, sem ajuste. Na comparação mensal, subiu 1,2% em dezembro, na margem, em dados dessazonalizados.

O indicador encerrou o último trimestre de 2023 com alta de 7,7% contra o terceiro trimestre na série com ajuste. Na série original, avançou 29% em comparação ao quarto trimestre de 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV