Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

'Nada pode ser pior no mundo do que técnico autoritário', diz Paes sobre Appy

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), foi às redes nesta quinta-feira, 9, criticar o discurso do secretário extraordinário do Ministério da Fazenda para a Reforma Tributária, Bernard Appy. Em evento promovido na quarta-feira, 8, pelo RenovaBR, Appy afirmou que o ISS é imposto "do passado" e defendeu a unificação do tributo ao ICMS.

"E eu pensando que tinha votado em Lula contra o autoritarismo Nada pode ser pior no mundo do que 'técnico' autoritário", escreveu Paes. "Ele pode não saber, mas uma das grandes conquistas da CF de 88 foi elevar os municípios a entes federativos. Essa independência, somada a muitas obrigações definidas pela Constituição, só pode se dar na prática com a capacidade arrecadatória própria dos governos locais", continuou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O prefeito declarou que, por este caminho, a proposta fracassará. Disse ainda que pode haver reação dos prefeitos contra "essa absurda tese". "Se acha que vai avançar com a reforma tributária assim, certamente teremos mais uma proposta fracassada à frente. É só aguardar a reação e a pressão de todos os prefeitos do Brasil, a começar por esse aqui, contra essa absurda tese", publicou.

Na quarta, Appy afirmou que o Brasil é, hoje, o último País do mundo que separa tributação de mercadorias e serviços. "Tributar em separado gera uma cumulatividade que distorce a economia. E a indústria hoje consome cada vez mais serviços", disse. Na ocasião, ele negou que as prefeituras perderão autonomia com a unificação do ISS e ICMS.

Appy é autor da reforma incluída na PEC 45 que tramita na Câmara. O texto substitui cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um imposto sobre bens e serviços e um imposto seletivo sobre cigarros e bebidas alcoólicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já defendeu uma proposta que junte à PEC 45 ao texto da PEC 110, do Senado. Este último propõe um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, sendo um para União e outro para entes subnacionais.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV